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405. São João Batista e nossa vida interior

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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
(Lc
7, 24-30)

Depois que os mensageiros de João partiram, Jesus começou a falar sobre João às multidões: "Que fostes ver no deserto? Um caniço agitado pelo vento? Que fostes ver? Um homem vestido de roupas finas? Ora, os que se vestem com roupas preciosas e vivem no luxo estão nos palácios dos reis. Então, que fostes ver? Um profeta? Eu vos afirmo que sim, e alguém que é mais do que um profeta. É de João que está escrito: 'Eis que eu envio o meu mensageiro à tua frente; ele vai preparar o meu caminho diante de ti'. Eu vos digo: entre os nascidos de mulher, ninguém é maior do que João. No entanto, o menor no Reino de Deus é maior do que ele. Todo o povo ouviu e até mesmo os cobradores de impostos reconheceram a justiça de Deus, e receberam o batismo de João. Mas os fariseus e os mestres da Lei, rejeitando o batismo de João, tornaram inútil para si mesmos o projeto de Deus".

Acercando-nos, cada vez mais, do Natal do Filho Unigênito de Deus, tempo em que a Igreja nos recorda da preparação contínua para a segunda vinda de Cristo, o Evangelho de hoje nos apresenta a figura de São João Batista, o Precursor do Senhor, sobre quem está escrito: "Eis que eu envio o meu mensageiro à tua frente; ele vai preparar o meu caminho diante de ti" (Lc 7, 27). Pregando um batismo de conversão e penitência, o Precursor aparece como modelo de ascese e mortificação, tão necessárias àqueles que desejam ser movidos pela graça, e não pelo que há no mundo — "a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos, e a soberba da vida" (1Jo 2, 16). Assim, se queremos ser movidos pelo suave toque da graça de Cristo e preparar a vinda de Jesus, precisamos não só parar de pecar, como também: mortificar a carne em prazeres e confortos que, mesmo quando lícitos, tornam os nossos corações insensíveis e cegos; mortificar a curiosidade e o desejo desordenado do que agrada à vista; e mortificar a própria vontade, que não quer ser contrariada e está tão apegada a si mesma.

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