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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt 5, 33-37)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: “Vós ouvistes o que foi dito aos antigos: ‘Não jurarás falso, mas cumprirás os teus juramentos feitos ao Senhor’. Eu, porém, vos digo: Não jureis de modo algum: nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o suporte onde apóia os seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do Grande Rei. Não jures tampouco pela tua cabeça, porque tu não podes tornar branco ou preto um só fio de cabelo. Seja o vosso ‘sim’: ‘sim’, e o vosso ‘não’: ‘não’. Tudo o que for além disso vem do Maligno”.

Neste sábado, queremos render à Virgem SS., nossa Mãe tão amada, as homenagens da nossa mais filial devoção. Por isso, convém lembrar, neste mês dedicado especialmente ao S. Coração de Jesus, que ao venerarmos o Imaculado Coração de Maria o que temos diante dos olhos não é só o Coração físico de Nossa Senhora enquanto símbolo ou índice natural de seus afetos maternos, mas, antes de tudo, a sua capacidade de amar perfeitamente a Deus e, por isso mesmo, de sofrer no íntimo de sua alma o pior dos males, que é o pecado — a mais ultrajante ofensa que se pode irrogar Àquele é bem soberano e bondade subsistente. O Coração de Maria, com efeito, oferecia a Deus a todo instante não apenas os afetos sensíveis que a ela correspondiam como Mãe do Verbo encarnado nem só os atos livres de amor e sacrifício que lhe nasciam da alma, mas também aquela caridade sobrenatural de singular intensidade que somente a Trindade Santa, habitando em seu espírito, poderia gerar. O Coração de Maria, nesse sentido, foi o coração humano mais perfeitamente configurado ao de Cristo, porque sobre ele, sem mancha de pecado original ou atual, o Senhor derramou mais graça do que a que repartiu ou repartirá entre todos os anjos e santos juntos. Dessa superabundância de graça resulta que Maria não tinha Coração próprio; era o Coração de Jesus que batia dentro de seu peito, de maneira que ela, mais do que ninguém, poderia dizer o que diz S. Paulo: “Eu vivo, mas já não sou eu; é Cristo que vive em mim” (Gl 2, 20). É por isso que para conhecer os segredos do Coração do Filho basta olhar para o Coração da Mãe, e vice-versa: em Maria entoando o Magnificat não há senão o próprio Coração de Cristo engrandecendo a Deus. Que Ele se digne, pois, formar também em nós um pouco do Coração de seu Filho e nos dê a graça de, imitando a Maria, sermos cada vez mais semelhantes a Jesus.

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