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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São João
(Jo 6, 37-40)

Naquele tempo, disse Jesus às multidões: “Todos os que o Pai me confia virão a mim, e quando vierem, não os afastarei. Pois eu desci do céu não para fazer a minha vontade, mas a vontade daquele que me enviou. E esta é a vontade daquele que me enviou: que eu não perca nenhum daqueles que ele me deu, mas os ressuscite no último dia. Pois esta é a vontade do meu Pai: que toda pessoa que vê o Filho e nele crê tenha a vida eterna. E eu o ressuscitarei no último dia”.

Celebramos hoje o dia de finados, no qual se comemoram todos os fiéis já falecidos. E o nosso dever hoje, como bons católicos, é rezar pelas almas dos nossos irmãos que se encontram no Purgatório, onde esperam o dia em que, purificados de suas culpas, poderão associar-se à assembleia dos santos que ontem celebrávamos. Como nos ensina a Igreja, todo homem logo após a morte recebe de Cristo, num juízo particular, a sentença definitiva sobre o seu destino eterno: ou a salvação no céu ou a condenação no inferno. Acontece, porém, que muitos dos que se salvam (ou seja, que são admitidos à glória do céu) não se encontram em estado de perfeita santidade na hora da morte e, por isso, não estão ainda em condições de entrar no gozo do seu Senhor, em cuja casa, como dizem as Escrituras, não entrará nada impuro nem profano (cf. Ap 21, 27). Por causa disso, Deus institui um lugar de purgação onde os fiéis que já estão salvos podem purificar-se, mediante o sofrimento, das culpas e imperfeições que ainda lhes restam. E nós, como membros do Corpo Místico de Cristo, unidos em uma só família pela comunhão dos santos, podemos oferecer a essas almas pobres e ao mesmo tempo benditas uma série de socorros espirituais, tanto para lhes aliviar o sofrimento como para lhes encurtar o tempo de purificação. Se sabemos o quanto padecem as almas do Purgatório, não só pela dor que lá suportam, mas pela sede do Deus a quem tanto querem ver, por que cruzamos os braços e nada fazemos, sendo-nos tão fácil ajudá-las por meio de orações e pequenas obras de caridade e pelas inúmeras indulgências que em proveito delas a Igreja nos concede? Não fiquemos indiferentes e cumpramos esse dever de justiça e caridade para com os fiéis defuntos, e peçamos ao Deus de misericórdia que as nossas humildes preces sejam úteis às almas dos seus servos falecidos, a fim de que se vejam livres o quanto antes de todos os seus pecados e possam repousar no lugar da paz e do eterno descanso.

Oração. — Ó Deus, Criador e Redentor de todos os fiéis, concedei às almas dos vossos servos e servas a remissão de todos os seus pecados, a fim de que, por meio destas piedosas súplicas, alcancem de Vós a misericórdia que sempre desejaram. Vós que viveis e reinais pelos séculos dos séculos. Amém. Pai-Nosso e Ave Maria. — Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno, e que a luz perpétua os ilumine. Descansem em paz. Amém.

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