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Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Lucas
(Lc 14, 1-6)

Aconteceu que, num dia de sábado, Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus. E eles o observavam. Diante de Jesus, havia um hidrópico. Tomando a palavra, Jesus falou aos mestres da Lei e aos fariseus: “A Lei permite curar em dia de sábado, ou não?” Mas eles ficaram em silêncio.

Então Jesus tomou o homem pela mão, curou-o e despediu-o. Depois lhes disse: “Se algum de vós tem um filho ou um boi que caiu num poço, não o tira logo, mesmo em dia de sábado?” E eles não foram capazes de responder a isso.

Quando se trata de amar, não há descanso, nem para Deus nem para nós. É o que Jesus nos ensina no Evangelho de hoje, em que o vemos jantar na casa de um dos chefes dos fariseus. Ali se encontrava também um hidrópico, a quem, embora fosse dia de sábado, o Senhor fez questão de curar, para espanto e confusão dos mais convivas. Pois o amor de Deus nem tem limites de tempo ou de espaço, nem está constrangido pelos preceitos que ele mesmo impusera ao povo eleito. Prova disso é a caridade ardentíssima que o Coração de seu Filho, feito homem na plenitude dos tempos, tinha e ainda tem por cada um de nós, não de forma genérica e impessoal, mas de modo único e singular. Sendo ele Deus como o Pai e, enquanto homem, iluminado com a ciência de visão com que os bem-aventurados contemplam a essência divina, Jesus Cristo era capaz, desde o primeiro instante de sua concepção no seio virginal de Maria, de ter-nos individualmente presentes a seus puríssimos olhos e de amar-nos com um amor sem par. No pesebre de Belém, durante a fuga para o Egito, em sua vida oculta em Nazaré, pelos caminhos da Galiléia e, de maneira extrema, em meios às dores de sua Paixão, era em mim, como se fora a única alma existente, que o Verbo encarnado pensava e amava, desejoso de que eu fosse salvo. Do mesmo modo, ao curar hoje o hidrópico, é o nosso rosto que o Senhor nele enxerga, é a nossa cura pessoal que ele deseja ali operar. Que nós, portanto, não correspondamos à caridade de Cristo com nossa costumada e grosseira indiferença; antes, pedindo o auxílio da graça, devolvamos com amor o amor que o Senhor nos tem, pois ele não só o merece, mas ainda o deseja ardentemente. — Ó doce Coração de Jesus, sede o nosso amor!

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