Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Mateus
(Mt 16, 13-19)
Naquele tempo, Jesus foi à região de Cesareia de Filipe e ali perguntou aos seus discípulos: “Quem dizem os homens ser o Filho do Homem?” Eles responderam: “Alguns dizem que é João Batista; outros que é Elias; outros ainda, que é Jeremias ou algum dos profetas”. Então Jesus lhes perguntou: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Simão Pedro respondeu: “Tu és o Messias, o Filho do Deus vivo”.
Respondendo, Jesus lhe disse: “Feliz és tu, Simão, filho de Jonas, porque não foi um ser humano que te revelou isso, mas o meu Pai que está no céu. Por isso eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra construirei a minha Igreja, e o poder do inferno nunca poderá vencê-la. Eu te darei as chaves do Reino dos céus: tudo o que tu ligares na terra será ligado nos céus; tudo o que tu desligares na terra será desligado nos céus”.
Com grande alegria, celebramos hoje a Festa da Cátedra de São Pedro, ocasião de refletirmos sobre o magistério do Papa e dos bispos.
É interessante perceber que a liturgia de hoje fala constantemente da edificação da Igreja através da fé e do pastor que deve apascentar o rebanho. Porém, o que é realmente a função do Magistério? No Antigo Testamento, o povo de Deus era constituído pelas doze tribos de Israel — os doze filhos de Jacó. Jesus renovou o povo e fez a Igreja como a conhecemos hoje, escolhendo os doze Apóstolos para serem os pastores desse rebanho.
Como Igreja, somos um povo que caminha em direção ao Céu; por isso, precisamos evitar o mal a todo custo, vencer os desafios e as dificuldades e seguir o caminho correto. Um pastor faz exatamente isso com seu rebanho: ele tem por finalidade principal defender as ovelhas dos lobos ferozes. Aplicando essa metáfora à realidade dos papas e dos bispos, vemos que eles são chamados a ajudar o povo a evitar aquilo que o leva diretamente para o Inferno, porque o demônio é o lobo que nos ameaça e quer que percamos nossas almas, precipitando-nos no fogo eterno.
Existe uma luta espiritual, e no mundo de hoje em dia somos agitados por todo “vento de doutrina” que nos seduz para o mal e nos leva para longe da fé verdadeira, fazendo-nos seguir grandes erros. Entretanto, é reconfortante saber que o Magistério da Igreja nos ajuda nessa batalha, apesar de não ser fácil transmitir a fé, pois há muita dificuldade em apresentar ao homem moderno a fé da Igreja de dois mil anos, a fé de Cristo.
Portanto, é missão dos bispos e do Papa transmitir essa fé, superando os problemas que o homem atual possui para crer, sem trair aquilo que é a fé dos Apóstolos, e, ao mesmo tempo, sabendo apresentá-la de forma que as pessoas compreendam verdadeiramente, mudem de vida e busquem a santidade.
A Igreja quer fazer santos, algo de que o Concílio Vaticano II nos recorda, ao destacar a vocação universal à santidade. Portanto, nesta Festa da Cátedra de São Pedro, vamos rezar pelo Santo Padre, o Papa Francisco, e pelos bispos do mundo inteiro, para que saibam realmente cumprir a sua missão e, assim, vencer o mal e as dificuldades, conduzindo-nos para o caminho da santidade, que é o ofício verdadeiro de um pastor. O trabalho é difícil e árduo, mas podemos ter certeza de que eles não realizam essa missão sozinhos, porque Jesus Cristo prometeu no Evangelho: “As portas do Inferno não prevalecerão” (Mt 16, 18).
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As tentações nos tempos atuais são gigantescas! Além do ateísmo, temos as seitas evangélicas, o neo-paganismo crescendo, o satanismo crescendo, a Bruxaria Wicca, etc... Já na década de 80, tivemos o Orientalismo, levando muitos Católicos a abraçarem o Budismo, e outras religiões do Oriente!
O trabalho é difícil e árduo, mas podemos ter certeza de que eles não realizam essa missão sozinhos, porque Jesus Cristo prometeu no Evangelho: “As portas do Inferno não prevalecerão” (Mt 16, 18).
Um grande ensinamento esclarecedor Oremos pelo Papa Francisco e pelos bispos do mundo inteiro!
Amém!