49. Modéstia: Como as mulheres devem se portar (I)

Versão áudio

A reengenharia social está atingindo também a mulher. Dando a ela uma falsa liberdade e poder, muda a sua natureza e destrói a dignidade que lhe foi conferida pelo próprio Deus.

Como resistir a essa investida e recuperar a dignidade feminina perdida? Como as roupas e o modo de se portar podem influenciar no posicionamento da mulher diante da sociedade?


I. Introdução

Temos dedicado nossas últimas aulas ao especial estatuto de dignidade que as mulheres, desde as origens do cristianismo, têm perante os olhos da Igreja Católica [1]. Começamos esta série de considerações como que pela cúpula do edifício; após abordarmos a dignidade feminina em si mesma, fomos dela extraindo as notas que fazem da mulher, ao lado do homem, um ser único na ordem da criação. Igualmente feita para servir e amar a Deus, a mulher, segundo o projeto divino, é complemento—corporal, psíquico e espiritual—do homem, ao qual não convinha ficar só (cf. Gn 2, 18). Este caráter complementar se expressa quer na feminilidade que lhe é própria e lhe confere todos aqueles atributos que a distinguem do sexo masculino, quer na tendência natural que a leva a unir-se em sociedade àquele de cuja costela provém [2]. Dando continuidade ao assunto, falaremos hoje da modéstia feminina. Ao contrário do que se costuma fazer, porém, evitaremos encarar o tema sob uma perspectiva estritamente moralista; não se trata, noutras palavras, de determinar o que as mulheres podem ou não vestir. Ora, uma tal abordagem, embora possa ter alguma utilidade em certos casos, além de tornar a questão antipática a muitos, parece desviar-se do centro do problema; longe de resumir-se, pois, a um inventário de vestidos mais ou menos escandalosos, a questão da modéstia feminina deve ser situada dentro daquilo que é o projeto de Deus para a reta convivência entre homens e mulheres.

II. «O despertar da concupiscência»

Há na mulher, com efeito, algo que atrai o olhar masculino; este poder atrativo, todavia, não é uma realidade decorrente da queda de nossos primeiros pais nem tampouco uma degradação da natureza humana. Os capítulos iniciais do Gênesis trazem elementos bastante esclarecedores a este respeito e indicam de modo indireto as forças que entram em cena quando homem e mulher se põem cara a cara. Ao concluir Sua obra, Deus decide dar ao homem um auxiliar que lhe correspondesse; por isso, conduz a Adão todas as feras selvagens e todas as aves do céu e fá-las desfilar ante seus olhos para ver como ele as chamaria (cf. Gn 2, 18-9). Este trecho da narrativa bíblica já delineia uma peculiaridade muito significativa do modo de ser do varão, a saber: ele se guia sobretudo pela visão. Tendo enfim contemplado toda a criação e dado nomes às feras selvagens, Adão não encontrou entre os animais nenhuma companheira que lhe estivesse à altura. O Senhor então fez cair sobre ele um torpor, tomou "uma de suas costelas e fez crescer carne em seu lugar. Depois da costela que tirara do homem, Deus modelou uma mulher e a trouxe ao homem" (Gn 2, 20-1); vendo-a, Adão exclama, admirado: "Esta, sim, é osso de meus ossos e carne de minha carne! Ela será chamada 'mulher' ['îsha], porque foi tirada do homem ['îsh]" (Gn 2, 23).

Simples e singela, a admiração de Adão ao ver Eva pela primeira nos dá a conhecer tanto o desejo de Deus para a relação entre eles quanto a dinâmica deste relacionamento antes da queda: há na mulher, como dissemos, uma beleza própria e fundamental que, traduzindo ao seu modo a própria beleza divina, encanta e enleva o homem. Ora, o estado de justiça e inocência de que gozavam no paraíso permitia-lhes não se envergonharem diante da nudez (cf. Gn 2, 25), pois a vontade de ambos estava de tal sorte ordenada, que nem a carne poderia desejar algo contra o espírito nem o espírito, algo contra a carne [3]. De fato, como poderiam envergonhar-se [4], se não sentiam ainda em seus membros nenhuma lei que repugnasse à lei de suas consciências (cf. Rm 7, 23) [5]? Como, no entanto, desobedecessem a Deus, que lhes proibira comer do fruto da árvore da ciência do bem e do mal (cf. Gn 2, 16-7), logo perderam a santidade em que foram constituídos; Adão e Eva, deste modo, não apenas incorreram na justa ira divina, mas, despojados de sua justiça e sujeitos à morte, que, como pena, lhes fora cominada, tronaram-se também cativos do demônio [6]. É, portanto, apenas quando a desordem do pecado entra no mundo que eles, envergonhados de sua nudez, se escondem da presença de Deus. A partir deste momento, começa a haver uma profunda distorção seja no modo como o homem vê o corpo feminino, seja na forma em que a mulher se apresenta aos olhos masculinos. Por isso, o Senhor tece-lhes túnicas de pele para se cobrirem.

III. A virtude da modéstia

§ 1. Necessidade. — Daí possuir, no estado atual, uma dádiva verdadeiramente extraordinária o homem capaz de olhar para as mulheres e, sem desejá-las, reconhecer nelas a beleza divina. Mas por tratar-se de dom raríssimo, é necessário que ambos os sexos, com o auxílio da Graça, desenvolvam aquelas virtudes responsáveis por regular nosso apetite concupiscível segundo a reta razão. Com efeito, a modéstia de que vamos falar se inscreve no âmbito das quatro grandes virtudes humanas, ou seja: a prudência, a temperança, a justiça e a fortaleza. Uma vez que a função de moderar nosso desejo pelos prazeres não só venéreos, mas também alimentares cabe à temperança [7], é a esta que a modéstia deve ordenar-se e servir de auxílio. Como toda e qualquer virtude, também a temperança tem por objetivo orientar nossos atos aos fins estabelecidos por Deus. Ora, o Criador quis vincular um prazer sensível àquelas operações naturais que são necessárias à conservação tanto da vida individual (pela comida) quanto da espécie (pela procriação) [8]; daqui provém, pois, "a veemente inclinação do homem aos prazeres do gosto e do apetite genésico, que tem aquela altíssima finalidade, querida e fixada pelo Autor mesmo da natureza." [9] Daí também se vê a necessidade de uma virtude incumbida de manter dentro de justos limites os movimentos que nos impelem a uma busca quase sempre desenfreada por toda sorte de deleites.

A fim de compreender melhor esta função ancilar da modéstia, devemos ter em mente que a temperança, enquanto virtude cardeal, modera nossos apetites pelos prazeres mais intensos do tato, pois, como diz Santo Tomás de Aquino,

A temperança está para os [...] prazeres assim como a fortaleza, para os temores [...]. Ora, a fortaleza ocupa-se com os temores [...] referentes àqueles males maiores pelo quais se destrói a natureza, que são os perigos de morte; do mesmo modo, convém que a temperança se ocupe com os desejos dos maiores prazeres. Dado que o prazer decorre de uma operação natural, certos prazeres serão tanto mais intensos quanto mais naturais forem as operações de que derivam. Ora, as operações mais naturais aos animais são aquelas mediante as quais se conserva, pelo alimento, a vida do indivíduo e, pela conjunção sexual, a perpetuação da espécie; por isso, a temperança diz respeito propriamente aos prazeres da comida e da bebida e aos prazeres venéreos. Ora, tais prazeres derivam do sentido do tato. Donde se conclui que a temperança diz respeito aos prazeres táteis. [10]

Existem, contudo, outras espécies de estímulo sensível que, além do tato, implicam alguma forma de prazer, como, por exemplo, a imagem de uma bela mulher que provoca no homem libidinoso certos movimentos carnais, ou um aroma agradável capaz de inspirar-nos fome. Tais prazeres, na medida em que se ordenam aos gozos sexual e alimentar propriamente ditos, devem ser moderados pela temperança apenas mediata e secundariamente, isto é, por meio de virtudes específicas a ela anexas [11] que serão tanto mais eficazes quanto mais bem enraizada for a temperança. Estas "pequenas virtudes", também chamadas partes potenciais, referem-se tão-só a aspectos determinados e, portanto, menos principais e mais fáceis da matéria a que virtude cardeal sob cuja influência atuam aplica-se primária e principalmente [12]. De fato, já que à temperança cumpre moderar os prazeres mais fortes do tato, pode-se considerar parte potencial dela qualquer outra virtude que exerça alguma moderação em matérias menos difíceis e ordene, em sua linha, algum desejo desordenado por prazer. Ora, onde quer que haja uma virtude que se ocupe com o que é mais difícil, convém que haja também uma virtude que se ocupe com o que é mais fácil, pois a vida humana deve regular-se pela virtude em todos os níveis. Com efeito, do mesmo modo como a virtude da magnificência diz respeito às grandes riquezas, assim também a liberalidade se refere às quantias mais modestas. Neste sentido, a temperança modera o que é mais difícil, isto é, os prazeres do tato; por isso, é preciso que haja uma outra virtude que regule os prazeres mais facilmente moderáveis: e esta virtude é a modéstia [13].

§ 2. Dependência de outras virtudes. — Enquanto virtude anexa, a modéstia está condicionada pela boa educação das duas virtudes integrantes da temperança, ou seja, da vergonha e da honestidade. De fato, apenas com grande dificuldade pode tornar-se temperante quem não foi ensinado a ser honesto e a envergonhar-se do pecado. A vergonha de que falamos não é, em sentido próprio, uma virtude, mas antes uma espécie louvável de paixão que, dispondo-nos à temperança [14], nos inclina a temer a feiura do pecado. Trata-se de paixão, porque implica alguma forma de "alteração corporal (enrubescimento, tremedeira...); e é louvável, porque este temor, regulado pela razão, infunde horror à torpeza" [15]. Assim como a vergonha é o temor e, por conseguinte, a fuga da perversão do pecado, a honestidade é o amor e, portanto, a busca pelo decoro proveniente da prática da virtude: "A honestidade", diz o Aquinate, "é certa beleza espiritual" [16]; ora, dado que o torpe se opõe ao belo, "a honestidade corresponderá de maneira especial àquela virtude que tenha por objeto evitar o torpe" [17], isto é, à temperança. Por estas razões, devem os pais esmerar-se em educar os filhos, desde a mais tenra idade, nestas duas virtudes: elas são, por assim dizer, as guardiãs da castidade e da temperança; abandonadas estas custódias, é comum o homem precipitar-se nas mais sórdidas imundícies da luxúria e da intemperança.

§ 3. Espécies. — Resta-nos falar um pouco de mais perto sobre a modéstia. Já vimos tratar-se de uma virtude anexa à temperança e cuja finalidade é moderar todos os outros movimentos menos difíceis, mas que, em todo caso, precisam ser regulados, pois, assim como a temperança é moderadora do apetite primário pelos prazeres do tato, a modéstia regula nosso apetite desordenado por formas secundárias de prazer. Ora, este apetite desregrado pode dar-se em quatro âmbitos principais, quais sejam: a) no movimento interior da alma em busca de sua própria excelência, que é a soberba moderada pela humildade; b) no desejo natural de conhecer, que é a curiosidade moderada pela estudiosidade; c) nos movimentos corporais exteriores, que são regulados pela modéstia corporal; e d) nos trajes exteriores, que são ordenados pela virtude da modéstia no vestir-se [18].

Sob a modéstia, portanto, está contida uma série de outras virtudes que podem assim ser esquematizadas:

  • Movimentos interiores: (a) humildade e (b) estudiosidade.
  • Movimentos exteriores: (c) modéstia corporal e (d) modéstia no vestir-se.

§ 4. A modéstia no vestir-se. — Se bem não possa haver nas coisas exteriores nem vício nem virtude em sentido estrito, o uso que delas fazemos, no entanto, pode configurar uma atitude mais ou menos pecaminosa; ora, o mau uso de tudo quanto serve à nossa utilidade pode ser ou por excesso, ou por defeito; por isso, é necessária uma virtude que, relativamente aos trajos humanos, guarde a devida ordem no cuidado do corpo e na maneira com que nos vestimos, a fim de evitar não só a vulgaridade, mas também toda deselegância e exagero [19]. De um modo geral, a desordem no vestir-se pode manifestar-se a) em relação ao costume dos homens de mesma condição com os quais vivemos: "É indecorosa", escreve Santo Agostinho, "a parte que não se acomoda ao todo" [20], pois a modéstia inclina o homem a apresentar-se em conformidade com o seu sexo (se é mulher, por exemplo) e estado (casada ou solteira) e de acordo com a ocasião (formal ou informal) e os costumes do tempo em que vive; e b) por um desordenado afeto que leva a abusar ou fazer pouco caso dos bons costumes.

Com efeito, o uso das roupas pode ser abusivo ou excessivo de três maneiras, a saber: 1.º) por excessiva solicitude, quando se gasta demasiado tempo, atenção ou dinheiro na procura por roupas e ornamentos elegantes; 2.º) por vaidade, quando se procura tão-somente atrair olhares e a admiração alheia; e 3.º) por lascívia, se o fim desejado é estimular a imaginação e a sensualidade de terceiros. Pode-se pecar também por defeito, e isto de dois modos: 1.º) se, por negligência, despreza-se a ordem e o cuidado devido ao corpo e a decência com que convém seja apresentado às pessoas; e 2.º) por vanglória, se o desalinho e a pobreza das roupas servem de pretexto para simular uma humildade falsa e hipócrita [21]. Todos estes vícios podem ser combatidos se, ao nos vestirmos, tivermos em mente a humildade, a simplicidade e a justa diligência devidas ao cuidado externo, porque, ainda que simples e discretas, nossas roupas têm de ser limpas e minimamente bem cuidadas: "Conserva", recomenda São Francisco de Sales, "um asseio esmerado, Filotéia, e nada permitas em ti rasgado ou desarranjado. É um desprezo das pessoas com quem se convive andar no meio delas com roupas que as podem desgostar; mas guarda-te cuidadosamente das vaidades e afetações, das curiosidades e das modas levianas." [22].

§ 5. Os ornamentos femininos. — Do que foi dito segue-se, pois, que às mulheres é lícito vestir-se e enfeitar-se com o fito de aumentar a própria beleza, desde que se evite todo escândalo e não se pretenda nenhum fim desonesto. A dificuldade a este respeito, porém, deve-se tanto ao fato de a aparência feminina provocar mais facilmente a lascívia no homem do que o contrário quanto à peculiar tendência que as mulheres têm para o uso desordenado da própria beleza e, por conseguinte, de tudo o que a possa manifestar ou acentuar. Por isto, sempre se discutiu em que circunstâncias podem as mulheres ornar-se a fim de agradar os homens. Apesar de certos rigorismos, a posição de muitos teólogos é a de que, embora possam, sim, enfeitar-se, apenas à mulher casada é lícito vestir-se de modo a seduzir ou agradar seu marido. Portanto, é contrário não só à reta razão, mas também à caridade usar qualquer tipo de vestido ou adereço que induza alguém a pecar contra a castidade. As jovens que desejam casar-se podem também, guardada a decência, vestir-se a fim de encontrar um noivo; as mulheres porém que não têm marido ou não desejam tê-lo nenhuma razão têm para, sem pecado, vestir-se a fim de atrair os olhares masculinos, porque desejar excitar a concupiscência de alguém nada mais é do que incentivá-lo a pecar [23]. Se por acaso a mulher se veste de modo provocativo não com a intenção expressa de seduzir, mas movida antes por certa leviandade, vaidade ou falta de boa formação, peca apenas venialmente, pois não há neste comportamento nenhuma grave desordem, mas apenas certa jactância, vanglória ou desejo de aparecer. É ainda possível que estejam totalmente isentas de pecado as mulheres que, não agindo por vaidade, mas por um costume pouco recomendável, se vistam de forma contrária à decência e ao pudor [24]. Todos estes princípios, aliás, devem ser observados também pelos homens.

Recomendação

  • SIMONCINI, Ada. O Pudor. Trad. port. de Fábio Cerquinho. São Paulo: Quadrante, 1991.

Referências

  1. Cf. Paulo VI, Discurso às participantes do Encontro Nacional do Centro Feminino Italiano (CIF), de 6 dez. 1976; v. João Paulo II, Carta apost. Mulieris Dignitatem, de 15 ago. 1988, n. 1 (AAS 80 [1988] 1654).
  2. Cf. Tomás de Aquino, Sum. Th. I, q. 92, a. 3.
  3. Cf. A. Knoll, Institutiones Theologiæ Theoreticæ, Augustae Taurinorum, 1865, vol. 1, p. 318, § 171.
  4. Cf. Tomás de Aquino, Sum. Th. II-II, q. 144, a. 1, resp. e a. 2, resp.
  5. Cf. Agostinho, De Gen. ad lit., XI, c. 1, 3 (PL 34, 430).
  6. Cf. Pedro Canísio, Summa Doctrinæ Christianæ, Landishuti, ex officina J. Thomann, 1862, p. 237, § 1.
  7. Cf. D. Prümmer, Manuale Theologiae Moralis. 5.ª ed., Herder: Barcinone, Friburgi Brisgorviae, Romae, 1961, vol. 2, p. 496, n. 643.
  8. Cf. Id., p. 497, n. 644.
  9. Antonio R. Marin, Teología de la Perfección Cristiana. 4.ª ed., Madrid: BAC, 1962, p. 560, n. 343, 2.
  10. Tomás de Aquino, Sum. Th. II-II, q. 141, a. 4, resp.
  11. Cf. D. Prümmer, op. cit., p. 498, n. 644.
  12. Cf. Antonio R. Marin, op. cit., p. 108, n. 60.
  13. Cf. C.-R. Billuart, Cursus Theologiæ Universalis, Wirceburgi, 1752, vol. 2, diss. 7, a. 4, p. 873.
  14. Cf. Tomás de Aquino, Sum. Th. II-II, q. 144, a. 4, ad 4.
  15. Antonio R. Marin, op. cit., p. 561, n. 345.
  16. Tomás de Aquino, Sum. Th. II-II, q. 145, a. 4.
  17. Antonio R. Marin, op. cit., loc. cit., n. 346.
  18. Cf. Id., p. 567 n. 354.
  19. Cf. Id., p. 578, n. 364; D. Prümmer, op. cit., p. 550, n. 717; C.-R. Billuart, op. cit., p. 876.
  20. Agostinho, Conf. III, c. 8 (PL 32, 690).
  21. Antonio R. Marin, op. cit., p. 579, n. 364; C.-R. Billuart, op. cit., p. 877; A. Tanquerey, Synopsis Theologiæ Moralis et Pastoralis. 7.ª ed., Tornaci: Desclée & socii, 1922, vol. 2, p. 635, n. 1092.
  22. Francisco de Sales, Filotéia III, c. 25. Trad. port. de Fr. João J. P. de Castro. 8.ª ed., São Paulo: Vozes, 1958, p. 236.
  23. Cf. A. Tanquerey, op. cit., loc. cit.; C.-R. Billuart, op. cit., loc. cit.
  24. Cf. Tomás de Aquino, Sum. Th. II-II, q. 169, a. 2, resp.

Atenção: Os comentários devem ser respeitosos e relacionados estritamente ao assunto do post. Toda polêmica será prontamente banida. Todos os comentários são de inteira responsabilidade de seus autores e não representam, de maneira alguma, a posição do site padrepauloricardo.org. Reservamo-nos o direito de excluir qualquer comentário que julgarmos inoportuno ou que não esteja de acordo com a política do site.

EpisódioTítuloDuraçãoData
180Nascemos do sangue dos mártires--:--Julho 17, 2017
179O inferno está vazio?--:--Julho 10, 2017
178Somos todos Charlie Gard--:--Julho 02, 2017
177O Coração Eucarístico de Jesus--:--Junho 26, 2017
176Maria depois de Pentecostes--:--Junho 05, 2017
175Uma conversa sobre Matrimônio53:19Maio 27, 2017
174O Imaculado Coração triunfará!47:56Maio 15, 2017
173O milagre dos Pastorinhos20:18Maio 11, 2017
172As santas crianças de Nossa Senhora de Fátima48:01Maio 08, 2017
171Moleque ignorante!39:22Abril 24, 2017
170A tríplice vitória de Cristo51:04Abril 17, 2017
169A Paixão de Cristo e a Compaixão da Virgem41:41Abril 03, 2017
168Será que eu tenho uma alma?01:07:17Março 26, 2017
167Qual é a missão de um pai?41:15Março 20, 2017
166O Abortoduto47:33Março 06, 2017
165Um novo Cavalo de Troia50:46Fevereiro 17, 2017
164Como lidar com o sofrimento?50:48Fevereiro 13, 2017
163A Igreja e os anticoncepcionais01:02:38Janeiro 16, 2017
162O aborto e a falácia dos números51:13Dezembro 19, 2016
161Ministro do Supremo admite: “Não devemos satisfação a ninguém”27:26Dezembro 12, 2016
160A “suprema” das injustiças43:51Dezembro 05, 2016
159O Ano da Virgem Maria48:22Novembro 27, 2016
158“Moda” não, mudança de vida!56:07Novembro 18, 2016
157Politizando a Bíblia59:42Novembro 11, 2016
156As deploráveis Terceiras Moradas50:59Novembro 04, 2016
155Aprenda a rezar o Terço01:10:30Outubro 28, 2016
154Diálogo com os namorados01:01:10Outubro 20, 2016
153A conversão de Santa Teresa d'Ávila57:40Outubro 16, 2016
152Santa Elisabete da Trindade01:02:19Outubro 10, 2016
151Projeto Terceira Morada58:54Outubro 03, 2016
150Direção espiritual às famílias58:15Setembro 09, 2016
149Como Ser Família53:24Agosto 26, 2016
148Maria e a nossa vida de oração47:10Agosto 21, 2016
147Aprenda a rezar rezando, com Padre Paulo Ricardo57:47Agosto 08, 2016
146A Oração, de Santo Afonso de Ligório01:06:06Agosto 01, 2016
145São Luís Martin54:19Julho 11, 2016
144Santa Zélia Martin58:13Julho 04, 2016
143A vida de São Luís Gonzaga58:31Junho 20, 2016
14210 Anos de Apostolado57:50Maio 16, 2016
141Senhor, ensina-nos a orar!49:01Abril 18, 2016
139Páscoa: misericórdia ou justiça?01:05:32Março 28, 2016
138Projeto Segunda Morada58:14Janeiro 03, 2016
137O Natal da Misericórdia52:10Dezembro 20, 2015
136A vida de São João da Cruz01:15:13Dezembro 13, 2015
135Beato Miguel Pro, sacerdote e mártir58:42Novembro 22, 2015
134A Medalha Milagrosa55:07Novembro 15, 2015
133A vida de nossas mulheres e crianças em nossas mãos!56:10Outubro 18, 2015
132Sínodo sobre as Famílias: o que podemos esperar?01:03:43Outubro 04, 2015
131Santa Teresinha: Doutora de Vida01:00:11Setembro 27, 2015
130A paixão do Padre Pio de Pietrelcina59:39Setembro 20, 2015
129Sínodo: o que os Bispos precisariam saber...01:08:41Setembro 13, 2015
128A vida de São Felipe Neri01:03:39Julho 19, 2015
127Redução da maioridade penal01:00:10Julho 12, 2015
126Crise econômica e vida espiritual55:04Julho 05, 2015
125Apostólico ou mundano?01:00:22Junho 28, 2015
124A ideologia de gênero e o Estado totalitário57:12Junho 21, 2015
123As Escrituras e a vida espiritual01:03:20Junho 07, 2015
122A Ideologia de Gênero nos Planos Municipais de Educação01:02:25Maio 31, 2015
12150 anos do Concílio Vaticano II: vocação universal à santidade01:01:05Maio 26, 2015
120Ano Santo da Misericórdia01:02:10Maio 20, 2015
119O líder cristão01:08:41Maio 07, 2015
118Padres podem caçar?48:06Abril 14, 2015
117A vida de Santa Teresa d'Ávila01:09:57Março 31, 2015
116O glorioso São José01:11:20Março 18, 2015
115O Reino dos Céus é dos violentos!01:00:47Março 16, 2015
114Família: escola de santidade59:24Março 04, 2015
113A vida consagrada01:11:04Fevereiro 09, 2015
112Igreja paralela? Seita?48:44Janeiro 09, 2015
111Conversa com os alunos sobre as doenças espirituais01:06:28Dezembro 16, 2014
110O Fim está próximo?01:01:53Dezembro 05, 2014
109Música Litúrgica01:08:28Novembro 27, 2014
108E o capitalismo?58:15Novembro 19, 2014
107Guerra cultural: como vencer o projeto marxista de poder52:03Novembro 11, 2014
106O papel da Igreja no mundo político55:18Novembro 05, 2014
105Mais 4 anos de PT...52:43Outubro 29, 2014
104Igreja em crise?01:03:06Outubro 16, 2014
103Sínodo sobre a Família01:00:07Outubro 09, 2014
102Na presença dos anjos!52:31Outubro 02, 2014
101Por que não sou protestante?01:15:33Setembro 30, 2014
100Conversa com os alunos01:06:38Setembro 18, 2014
99A oração da “Ave Maria”58:25Setembro 11, 2014
98As Sagradas Escrituras e a nossa vida espiritual01:05:24Setembro 07, 2014
97Conversa com os alunos01:01:33Setembro 03, 2014
96Ordenar homens casados: solução ou problema?01:07:07Agosto 12, 2014
95O santo sacerdócio de João Maria Vianney 01:02:34Agosto 12, 2014
94Terapia das Doenças Espirituais01:07:29Agosto 02, 2014
93A vida extraordinária de São Charbel Makhluf01:03:04Julho 22, 2014
92Idolatria e sexo desordenado01:17:02Julho 15, 2014
91A Espiritualidade Carmelitana e a Virgem Maria59:03Julho 08, 2014
90Papista!01:04:35Julho 06, 2014
89Herodes e Pilatos ficaram amigos!53:46Junho 17, 2014
88Sou católico e estou na universidade! E agora? 01:04:17Junho 16, 2014
87A Docilidade ao Espírito Santo45:02Junho 09, 2014
86A Mãe do Salvador e a Nossa Vida Interior01:08:17Maio 08, 2014
85A Divina Misericórdia50:57Abril 28, 2014
84São José de Anchieta53:07Abril 09, 2014
83O drama dos casais em segunda união01:01:23Abril 03, 2014
82A respeito da recepção da Comunhão Eucarística por fiéis divorciados novamente casados01:02:11Março 26, 2014
81O Espiritismo é cristão?59:37Março 16, 2014
80A Penitência Quaresmal58:57Fevereiro 27, 2014
79Oração: a porta da santidade52:32Fevereiro 19, 2014
78A impressionante história de Nossa Senhora de Lourdes56:41Fevereiro 17, 2014
77Madre Mariana, amiga e confidente de Nossa Senhora do Bom Sucesso59:15Fevereiro 10, 2014
76Dom Bosco e as três alvuras da fé católica 53:07Janeiro 26, 2014
75Educação sexual das crianças e adolescentes57:16Janeiro 20, 2014
74A história de uma alma56:09Janeiro 13, 2014
73A defesa da família no Congresso Nacional 50:43Dezembro 16, 2013
72Dies Iræ: uma meditação sobre o fim dos tempos59:11Dezembro 02, 2013
71PLC 122: o projeto de destruição da família54:53Novembro 21, 2013
70Maria e o Vaticano II55:18Novembro 13, 2013
69A última Confissão54:52Novembro 07, 2013
68A Resposta Católica53:02Outubro 31, 2013
67As finalidades e os efeitos da Santa Missa 01:02:51Outubro 24, 2013
66Sexo ou gênero?53:41Outubro 06, 2013
65O Senhor dos Anéis01:06:04Setembro 25, 2013
64O novo Código Penal e as ameaças à vida e à família49:47Setembro 17, 2013
63O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota57:24Setembro 11, 2013
62Satanás e os seus demônios55:23Setembro 04, 2013
61O Missal de Paulo VI e a hermenêutica da continuidade 41:39Agosto 27, 2013
60O missal de Paulo VI e a reforma da reforma litúrgica de Bento XVI01:11:15Agosto 22, 2013
59A Quaresma de São Miguel e o auxílio dos anjos40:36Agosto 14, 2013
58Fora da Igreja existe salvação?56:48Agosto 06, 2013
57A Jornada Mundial da Juventude e as palavras de Francisco42:38Julho 30, 2013
56Papa Francisco no Brasil e a Jornada Mundial da Juventude57:29Julho 24, 2013
55Os perigos do veto parcial do PLC 03/2013 39:27Julho 18, 2013
54O perigo das falsas conversões30:51Julho 01, 2013
53O quadro político do Brasil59:31Julho 01, 2013
52As manifestações no Brasil55:54Junho 19, 2013
5145 anos da Humanae Vitae55:15Maio 30, 2013
50Modéstia: Como as mulheres devem se portar (II)18:43Maio 20, 2013
49Modéstia: Como as mulheres devem se portar (I)37:16Maio 20, 2013
48Virgindade e Espiritualidade34:04Maio 08, 2013
47Maternidade50:44Abril 24, 2013
46Feminilidade: o que está acontecendo com as mulheres?58:21Abril 16, 2013
45A dignidade da mulher58:39Abril 10, 2013
44A Santíssima Eucaristia59:14Abril 01, 2013
43Preparação para Páscoa "Victimae Paschali Laudes"55:37Março 26, 2013
42Papa Francisco e a Liturgia de Bento XVI (II)30:54Março 20, 2013
41Papa Francisco e a liturgia de Bento XVI (I)39:33Março 19, 2013
40O Conclave54:04Março 13, 2013
39Como ainda crer na santidade da Igreja?58:30Março 05, 2013
38Os últimos dias de Bento XVI 01:01:32Fevereiro 28, 2013
37A renúncia do Santo Padre e próximo conclave51:42Fevereiro 19, 2013
36A Infância de Jesus28:30Dezembro 18, 2012
35O ódio ao feminino49:15Novembro 27, 2012
34Masculinidade: o que está acontecendo com os homens de Deus?58:01Novembro 20, 2012
33Masculinidade: o que está acontecendo com os homens?59:44Novembro 13, 2012
32Doenças espirituais: o que são e como combatê-las52:58Novembro 06, 2012
31O Ano da Fé59:18Outubro 24, 2012
30Os Mártires de Hoje47:44Outubro 08, 2012
29Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (VI)38:59Outubro 01, 2012
28Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (V)46:55Setembro 24, 2012
27Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (IV)43:23Setembro 17, 2012
26Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (III)55:59Setembro 10, 2012
25Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (II)01:01:07Setembro 03, 2012
24A Nova Estratégia Mundial do Aborto (I)48:14Agosto 27, 2012
23Nova Ordem Mundial: a maior ameaça ao Cristianismo57:51Agosto 20, 2012
22Nova Ordem Mundial26:19Agosto 13, 2012
21Lançamento do DVD "Antropologia e Escatologia"58:11Agosto 05, 2012
20São Felipe Neri: "Prefiro o paraíso"41:07Julho 30, 2012
19A vida em risco49:09Julho 16, 2012
18Dom Eugênio Sales, uma escola de fidelidade47:56Julho 09, 2012
17O preço da fidelidade40:47Julho 02, 2012
16A presença de São Pedro em Roma36:10Junho 25, 2012
15O Gnosticismo em nosso meio01:03:27Junho 18, 2012
14Exame de consciência: 20 anos de sacerdócio49:47Junho 11, 2012
13Crise na Igreja01:08:16Junho 04, 2012
12Marxismo Cultural e o Comunismo01:13:28Fevereiro 07, 2012
11Ó admirável intercâmbio!26:03Dezembro 22, 2011
10Ó Emanuel!01:22:52Dezembro 16, 2011
9PL122 - A lei da mordaça gay01:20:04Dezembro 05, 2011
8Teologia e espiritualidade do Advento e do Natal38:50Novembro 28, 2011
7Conversão e a luta contra o pecado01:01:15Novembro 24, 2011
6Presença real de Jesus na Eucaristia01:06:48Novembro 17, 2011
5O Inferno01:07:31Novembro 10, 2011
4E agora, para onde vamos?01:06:20Novembro 02, 2011
3A vida de São Pio de Pietrelcina01:05:55Setembro 20, 2011
2O protestantismo01:05:55Setembro 12, 2011