48. Virgindade e Espiritualidade

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I. Introdução

Situados no riquíssimo horizonte da dignidade da mulher, dedicaremos esta aula a um tema que, devido à atmosfera supersexualizada que hoje nos rodeia, costuma gerar alguma estranheza e até mesmo certo desdém: a virgindade. Tendo em vista que "todos os fiéis, de qualquer estado ou condição, são chamados à plenitude da vida cristã e à perfeição da caridade" [1], procuraremos esclarecer como a virgindade consagrada, desdobramento da graça batismal [2] e participação na entrega plena de Jesus Cristo ao Pai e à Igreja, constitui para a mulher um caminho de santificação pelo qual, "diversamente do matrimônio, ela realiza a sua personalidade de mulher" [3] e dá testemunho da preeminência do vínculo com Cristo sobre todas as coisas (cf. Mt 19, 27) [4]. A base das reflexões de hoje será, além da Carta Apostólica "Mulieris Dignitatem", a 80.ª catequese de João Paulo II sobre a continência por amor do Reino de Deus e o significado esponsal do corpo [5].

II. Aspectos gerais da sexualidade humana

§ 1. Seu caráter único. — Antes de vermos em que consiste a vocação ao celibato, parece-nos necessário fazer alguns apontamentos preliminares. A mentalidade moderna, como bem advertiu o Papa João Paulo II [6], acostumou-se a olhar para a sexualidade humana sob a perspectiva de um suposto "instinto sexual", ora reduzindo o que neste domínio é distintivamente humano àquilo que é comum à generalidade dos seres vivos, ora transferindo para a nossa realidade o que, ao contrário, é próprio do comportamento sexual dos brutos (animalia). O problema por trás da aplicação ao terreno humano de uma categoria "substancialmente naturalística" [7] e, por isso mesmo, bastante unilateral e inadequada, consiste, por assim dizer, numa espécie de mutilação da realidade. É fato que, de um ponto de vista biológico, há entre nós e o mundo animal certas semelhanças e correspondências anatômicas, funcionais e às vezes comportamentais; o ser humano, com efeito, não é uma criatura a tal ponto peculiar e estranha à realidade natural que não possa "ser qualificado, também, como animal" [8]. Mas, apesar das analogias que se possam estabelecer [9], o homem, feito à imagem e semelhança de Deus (cf. Gn 1, 26), não deixa de ser um ser racional e, portanto, essencialmente distinto dos demais seres vivos.

Ora, o termo "instinto sexual" compreende um conjunto de reações inconscientes e de certo modo automáticas que, nos animais, carece de qualquer sentido ou finalidade para além da mera perpetuação da espécie; por serem irracionais, os brutos são incapazes de apreender qualquer significado daquilo que, para eles, é uma atividade inscrita no âmbito da pura necessidade, e não da livre escolha. O homem, no entanto, é um composto harmonicamente ambivalente de corpo e alma; neste sentido, ele não pode, sem limitar e diminuir a própria natureza, restringir-se à esfera da só animalidade e das necessidades fisiológicas mais pujantes, pois aquilo que aos animais se apresenta como imperativo da natureza, para o homem é sinal—cristalizado na ordem orgânica pela dualidade em que foi constituído como varão ou mulher—da comunhão interpessoal entre ele e seu Criador [10]. Isto significa, noutras palavras, que a sexualidade humana, radicada na essencial complementaridade dos sexos, supõe no homem e na mulher uma "«unidade de dois» na comum humanidade". À parte sua função biológica, a união sexual simboliza, em nós, a comunhão de amor "que é própria de Deus, pela qual as três Pessoas se amam no íntimo mistério da única vida divina" [11].

§ 2. Sua dependência de um sentido. — Aqui parece residir a dificuldade de o ensinamento católico a este respeito ser hoje assimilado ou ao menos compreendido, pois o mundo contemporâneo, sob influências que por ora não convém precisar, habituou-se a ver no homem um animal entre outros. Se para algumas correntes psicanalíticas, de um lado, a causa primária das neuroses e, por conseguinte, de toda angústia deve ser procurada numa racionalidade que, ao invés do que ocorre com os bichos, obriga a reprimir certas pulsões sexuais, tornando-nos assim algozes de nossa própria natureza, a antropologia cristã, de outro, sempre teve presente que, graças ao elemento espiritual que lhe constitui um aspecto do ser, o homem possui uma sexualidade cuja índole, irredutível a contornos simplesmente biológicos, "supera de modo admirável o que se encontra nos graus inferiores da vida" [12]. Existe, pois, um abismo de distância entre o que os bichos, num nível muitíssimo inferior, vivenciam como ato sexual e o que nós conhecemos por sexo.

A cópula animal, já dissemos, é um ato imperado por uma necessidade da natureza que, manifestando-se em condições determinadas, se ordena tão-só à procriação; trata-se de uma operação que se esgota em si mesma. No entanto, para desempenhar-se de um modo digno do ser humano, o sexo requer um sentido e um propósito para além de seu exercício meramente mecânico, porque, embora tenha sido instituído em ordem à geração de filhos e, portanto, à perpetuação da espécie, ele só pode realizar-se de modo plena e convenientemente satisfatório num contexto que permita garantir "na sua sinceridade e na sua fidelidade a relação interpessoal de um homem e de uma mulher" [13]. Ora, se o ambiente natural e necessário do sexo humano é o matrimônio (cf. 1 Ts 4, 3; Gl 5, 19-21) [14]—o que pressupõe a instauração definitiva de uma comunidade de vida amparada no firme propósito pelo qual os esposos se doam mutuamente—, não é de admirar que toda prática genital ou união física prematura, casual ou carente de sentido deixe a pessoa vazia, frustrada e, como mostra a experiência, muitas vezes irritadiça. "No casamento", diz o Catecismo [15], "a intimidade corporal dos esposos se torna um sinal e um penhor de comunhão espiritual", pois a "sexualidade [...] não é em absoluto algo puramente biológico, mas diz respeito ao núcleo íntimo da pessoa humana" [16] a tal ponto, que, "segundo os dados da pesquisa científica contemporânea", ela "deve ser considerada como um dos fatores que conferem à vida de cada indivíduo os traços principais que a distinguem." [17]

Reduzido pois à sua dinâmica física, o sexo humano deixa de proporcionar aquilo que na verdade está destinado a oferecer: intimidade corporal e afetiva, fortalecimento de um vínculo de amor e de união entre duas pessoas comprometidas uma com a outra. Na medida em que é determinado pelos estímulos adequados, ao animal basta descarregar sua energia sexual num objeto que em si mesmo lhe é indiferente; a cópula, uma vez realizada, cumpriu o seu papel e forneceu ao bruto um gozo físico transitório. Ao homem, porém, a conjunção carnal, só por si, é insuficiente: é necessário, acima de tudo, envolver e engajar a alma, que naquele ato busca um sentido para a sua existência, um vínculo de comunhão que reflita, à sua maneira, a comunhão originária de que gozam as Hipóstases Divinas.

§ 3. Sua dimensão espiritual. — É a partir desta realidade que o Papa João Paulo II nos quer lembrar que a dualidade "macho e fêmea", na esfera humana, alcança um sentido novo e superior ao que se passa com os demais seres vivos. Isso porque Deus, ao criar-nos à Sua imagem e semelhança, conferiu-nos a dignidade de sermos pessoas e senhores de nossos atos: "Deus deixou o homem nas mãos de sua própria decisão", diz o Eclesiástico (Eclo 15, 14) [18]. O caráter pessoal de nossa natureza [19], reflexo pálido e imperfeito da natureza hipostática de Deus Uno e Trino, que, sendo único, não é porém solitário [20], aponta para o fato de que as diferenças física, espiritual e moral dos sexos, orientadas para os bens do casamento e o desabrochar da vida em família [21], supõem uma relacionalidade entre duas pessoas que, sendo total e integralmente queridas por Deus [22], são não só dois corpos que se conjugam como duas almas que se entrelaçam. É a própria estrutura sexual humana, baseada no caráter "pessoal da subjetividade do homem e da mulher" [23], que exige uma complementaridade e fundamenta o que o Pontífice denomina "significado esponsal do corpo", quer dizer: o fato de o homem estar radicalmente dirigido para o outro e para a doação de si.

Com efeito, se olharmos para o corpo humano, podemos perceber que, com exclusão dos genitais, todos os outros órgãos e sistemas têm uma função por assim dizer completa e que se perfaz ainda no próprio organismo; não precisam, para chegar ao termo natural de suas operações, do concurso de outro indivíduo. Os aparelhos digestivo e visual, por exemplo, não requerem nada mais do que alimento e luz, respectivamente, para exercerem o papel que lhes cabe na manutenção da vida. O aparelho reprodutor, todavia, se apresenta como algo incompleto e, se tomado isoladamente, quase absurdo. O aspecto visual mesmo das genitálias já indica que o órgão masculino foi feito para o feminino—são realidades que se completam. A diversidade morfológica e o nexo de complementaridade entre eles são um fato anatômico que, malgrado esteja presente também nos brutos, adquire na esfera humana um significado especial: ele traduz, na ordem espiritual, a necessidade de o homem estar voltado para alguém que o transcende e complementa, isto é, para Deus e para o cônjuge. A solidão adâmica narrada no segundo capítulo do Livro do Gênesis (cf. Gn 2, 18-25), aliás, é um testemunho eloquente de que o Senhor criou o homem para a comunhão, é dizer, fê-lo por natureza chamado à união matrimonial, que o insere "na fidelidade de Cristo à Igreja" e "no poder criador de Deus" [24].

III. O sentido esponsalício do horizonte vocacional humano

§ 4. A vocação fundamental ao amor. — Esta vocação universal ao casamento depende contudo de um chamado ainda mais fundamental, que decorre, como consequência espontânea, da condição de "ser pessoa" em que o Senhor nos formou. Enquanto imagem de Deus, que é amor (cf. Jo 4, 8), o homem é criado primariamente para amar. Amar porém não com um amor de mera concupiscência, que tudo resume a objetos de satisfação pessoal, mas com um amor aberto à generosidade, à semelhança do amor divino [25]. Esta forma superior de entrega de que somente a pessoa é capaz impõe-lhe uma "missão essencialmente interminável, a tarefa de encontrar o ponto em que se possua sem se fechar e se ofereça sem se perder" [26], pois o amor humano, exigente que é, não consiste noutra coisa senão no dom de si "feito àquele que se ama, no qual se descobre, se atua a própria bondade na comunhão de pessoas e se aprende o valor de ser amado e de amar." [27] Condição necessária para a realização de sua natureza, esta entrega amorosa a que o ser humano é chamado exige-lhe a oblação integral de seu ser, "na sua unidade corpórea-espiritual." [28] Ela se encarna e expressa, de modo mais vivo e concreto, no caráter fundamentalmente esponsal do corpo, que, mediante a sua masculinidade ou feminilidade, "não é somente fonte de fecundidade e de procriação, como em toda a ordem natural, mas", reclamando algo para além de si mesmo, "encerra desde «o princípio» o atributo «esponsal», isto é, a capacidade de exprimir o amor precisamente pelo qual o homem se torna dom" [29].

§ 5. O verdadeiro Matrimônio. — A doação perfeita de si, pela qual "Deus o leva a oferecer-se por completo" [30], o homem, destinado a participar da bem-aventurança divina, não pode alcança-la nem no curso da história nem por meios humanos. Ela só se tornará realidade no Céu, quando Deus será tudo em todos (cf. 1 Cor, 15, 28). Daqui se vê que, por mais generoso que seja o amor conjugal, ele permanece incapaz de oferecer a unidade e comunhão plenas por que anseia todo espírito humano. Ora, é a partir da natureza ao mesmo tempo sublime e imperfeita do matrimônio que se pode compreender por que Igreja sempre estimou o dom da virgindade, a ponto de sobrepô-lo ao próprio casamento [31]. De fato, o sentido cristão do matrimônio e o valor da virgindade não são realidades conflitantes, porque, provindo ambas do mesmo Deus e Senhor, uma e outra expressam a finalidade oblativa e esponsal da pessoa, criada para unir-se e doar-se ao outro: enquanto a vocação conjugal busca antecipar no matrimônio, figura deste mundo passageiro (cf. Mc 12, 15), a unidade de amor que haverá no Céu, a vocação à virgindade sinaliza a ardente expectativa da alma pelo verdadeiro Esposo e o Grande Matrimônio Celeste que está por vir [32]. Assim resume a Familiaris Consortio:

A virgindade e o celibato pelo Reino de Deus não só não contradizem a dignidade do matrimónio, mas a pressupõem e confirmam. O matrimónio e a virgindade são os dois modos de exprimir e de viver o único Mistério da Aliança de Deus com o seu povo. Quando não se tem apreço pelo matrimónio, não tem lugar a virgindade consagrada; quando a sexualidade humana não é considerada um grande valor dado pelo Criador, perde significado a renúncia pelo Reino dos Céus [33].

IV. O ideal evangélico da virgindade

§ 6. Riqueza simbólica. — Embora independa da distinção sexual [34], é na mulher, disposta por natureza à plena entrega de si no casamento, que a vocação à virgindade encontra sua mais perfeita expressão, porque faz da preservação física do corpo feminino um sinal da esperança escatológica pela união final com Deus [35]. Neste contexto, a virgindade se manifesta também como resposta ao dom total que Cristo, Redentor do gênero humano, faz de Si mesmo, amando-nos até o extremo (cf. Jo 13, 1); por isso, a virgem escolhe dar-se sem reservas e com o coração indiviso ao mesmo Cristo, Esposo divino da Igreja e das almas, "e esta sua doação tende à união, que tem um caráter propriamente espiritual: mediante a ação do Espírito Santo, torna-se «um só espírito» com Cristo-esposo (cf. 1 Cor 6, 17)." [36] Neste sentido, é em sua origem eminentemente cristológica que o mistério da virgindade consagrada pode ser compreendido. De fato, se, por um lado, o celibato perpétuo foi, em certo grau, alheio à mentalidade judaica, a Encarnação do Verbo, por outro, logo dará às primeiras gerações cristãs o fundamento de que a virgindade precisava, pois é o próprio Cristo, Reino de Deus em pessoa, que em mais de uma ocasião "se apresenta como o esposo da Aliança nupcial entre Deus e seu povo" (cf. Mc 2, 19s; Mt, 22, 1-14 e 25, 1-13) [37].

§ 7. A sacralidade do corpo. — Referida à pessoa de Nosso Senhor e sem perder sua tônica escatológica, a virgindade, em seu aspecto físico, marca a sacralidade do corpo feminino, pois é nele que Deus quis fossem formadas novas vidas. Resguardado pelo véu da virgindade, que se identifica aqui com a integridade do hímen, o corpo da mulher pode ser comparado a um santuário em cuja intimidade só deve ingressar o sacerdote. Na relação conjugal, pois, o marido se apresenta como aquele que é digno e capaz de aproximar-se, sem profaná-lo, do templo da vida, que é também, pela graça de Deus, morada do Espírito Santo. A virgindade física, sob este ângulo, diz algo significativo sobre a mulher que assim se preserva: a sua espera pelo esposo. Esta preservação, quando se transfigura numa dedicação livre e exclusiva a Deus, orienta aquela espera para o único e verdadeiro Esposo. A virgindade pelo Senhor—o fazer-se "eunuco" por amor do Reino dos céus (cf. Mt 19, 12)—, deste modo, é um estado de vida "totalmente cristocêntrico e cristiforme" [38]; ele corresponde, em relação ao Matrimônio Celeste, àquilo que deveriam viver os noivos em relação matrimônio da terra: guardar-se para entregar-se. Esse

[...] o ideal evangélico da virgindade, no qual se realizam de forma especial tanto a dignidade como a vocação da mulher. Na virgindade assim entendida exprime-se o assim chamado radicalismo do Evangelho: deixar tudo e seguir Cristo (cf. Mt 19, 27). Isso não pode ser comparado ao simples permanecer solteiros ou celibatários, porque a virgindade não se restringe ao simples "não", mas contém um profundo "sim" na ordem esponsal: o doar-se por amor de modo total e indiviso [39].

Recomendação

Referências

  1. Concílio Vaticano II, Constituição Dogmática sobre a Igreja "Lumen Gentium", de 21 nov. 1965, n. 40 (AAS 57 [1965] 45; cf. DH 4166).
  2. Cf. Catecismo da Igreja Católica (CIC), n. 1619.
  3. João Paulo II, Carta Apostólica "Mulieris Dginitatem" (MD), de 15 ago. 1988, n. 20 (AAS 80 [1988] 1702; cf. DH 4836).
  4. Cf. CIC, loc. cit.
  5. V. João Paulo II, 80.ª Catequese, de 28 abr. 1982. Disponível em (sítio): <goo.gl/SNK5F3>. Acesso em: 14 ago. 2015.
  6. Cf. Id., n. 3.
  7. Id., n. 4.
  8. Id., ibid.
  9. Cf. J. Ferrater Mora, «Analogia», verbete in: Dicionário de Filosofia. 2.ª ed., São Paulo: Loyola, 2004, vol. 1, p. 128: "Falou-se também de analogia como semelhança de uma coisa com outra, da similitude de alguns caracteres ou funções com outros. Neste último caso, a analogia consiste na atribuição dos mesmos predicados a diversos objetos, mas essa atribuição não deveria ser entendida como uma determinação unívoca desses objetos, e sim como a expressão de uma correspondência, semelhança ou correlação estabelecida entre eles. [...] Mesmo aplicada a coisas [...], a analogia parece referir-se às proporções e nunca às semelhanças em sentido estrito" (grifo nosso).
  10. Cf. João Paulo II, op. cit., loc. cit.
  11. MD, n. 7.
  12. Concílio Vaticano II, Constituição Pastoral "Gaudium et Spes", de 7 dez. 1965, n. 51 (AAS 58 [1966] 1072).
  13. Congregação para a Doutrina da Fé, Declaração "Persona Humana", de 29 dez. 1975, n. 7.
  14. Para a malícia da fornicação, v. Tomás de Aquino, Sum. Th. II-II, q. 154, a. 2.
  15. CIC, n. 2360.
  16. João Paulo II, Exortação Apostólica "Familiaris Consortio" (FC), de 22 nov. 1981, n. 11 (AAS 74 [1982] 92; cf. DH 4701).
  17. Congregação para a Doutrina da Fé, op. cit., n. 1; Sagrada Congregação para a Educação Católica, Orientações Educativas sobre o Amor Humano, de 1.º nov. 1983, nn. 4-5; CIC, n. 2332. (Alguns dos efeitos orgânicos e comportamentais de certas práticas sexuais desordenadas foram estudados no curso O Mal da Pornografia e da Masturbação.)
  18. CIC, n. 1730.
  19. A este respeito, v. M. Schmaus, A Essência do Cristianismo (Col. «Éfeso», n. 17). Trad. port. de Maria G. Hamrol. 2.ª ed., Lisboa: Aster, 1966, p. 176.
  20. Cf. Símbolo "Fides Damasi" (DH 71); v. CIC, n. 254.
  21. Cf. CIC, n. 2333.
  22. Cf. Id., nn. 362-4.
  23. João Paulo II, op. cit., n. 5.
  24. CIC, nn. 2365 e 2367.
  25. Cf. Conselho Pontifício para a Família, Sexualidade Humana: Verdade e Significado, de 8 dez. 1995, n. 9.
  26. M. Schmaus, op. cit., p. 182.
  27. Conselho Pontifício para a Família, op. cit., loc. cit.
  28. Id., op. cit., n. 10.
  29. Id., ibid.
  30. M. Schmaus, op. cit., loc. cit.
  31. Cf. Concílio de Trento, 24.ª sessão, can. 10 (DH 1810). Para a excelência da virgindade, v. Tomás de Aquino, Sum. Th. II-II, q. 152, a. 4.
  32. Cf. CIC, n. 1619.
  33. FC, n. 16.
  34. Cf. Pseudo-Clemente, Epistola I ad Virgines, 2 (PG 1, 382).
  35. MD, n. 20.
  36. Id., ibid.
  37. VV.AA.., «Virgindade», verbete in: Lexicon: Dicionário Teológico Enciclopédico. São Paulo: Loyola, 2003, p. 793.
  38. Id., ibid.
  39. MD, loc. cit.

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102Na presença dos anjos!52:31Outubro 02, 2014
101Por que não sou protestante?01:15:33Setembro 30, 2014
100Conversa com os alunos01:06:38Setembro 18, 2014
99A oração da “Ave Maria”58:25Setembro 11, 2014
98As Sagradas Escrituras e a nossa vida espiritual01:05:24Setembro 07, 2014
97Conversa com os alunos01:01:33Setembro 03, 2014
96Ordenar homens casados: solução ou problema?01:07:07Agosto 12, 2014
95O santo sacerdócio de João Maria Vianney 01:02:34Agosto 12, 2014
94Terapia das Doenças Espirituais01:07:29Agosto 02, 2014
93A vida extraordinária de São Charbel Makhluf01:03:04Julho 22, 2014
92Idolatria e sexo desordenado01:17:02Julho 15, 2014
91A Espiritualidade Carmelitana e a Virgem Maria59:03Julho 08, 2014
90Papista!01:04:35Julho 06, 2014
89Herodes e Pilatos ficaram amigos!53:46Junho 17, 2014
88Sou católico e estou na universidade! E agora? 01:04:17Junho 16, 2014
87A Docilidade ao Espírito Santo45:02Junho 09, 2014
86A Mãe do Salvador e a Nossa Vida Interior01:08:17Maio 08, 2014
85A Divina Misericórdia50:57Abril 28, 2014
84São José de Anchieta53:07Abril 09, 2014
83O drama dos casais em segunda união01:01:23Abril 03, 2014
82A respeito da recepção da Comunhão Eucarística por fiéis divorciados novamente casados01:02:11Março 26, 2014
81O Espiritismo é cristão?59:37Março 16, 2014
80A Penitência Quaresmal58:57Fevereiro 27, 2014
79Oração: a porta da santidade52:32Fevereiro 19, 2014
78A impressionante história de Nossa Senhora de Lourdes56:41Fevereiro 17, 2014
77Madre Mariana, amiga e confidente de Nossa Senhora do Bom Sucesso59:15Fevereiro 10, 2014
76Dom Bosco e as três alvuras da fé católica 53:07Janeiro 26, 2014
75Educação sexual das crianças e adolescentes57:16Janeiro 20, 2014
74A história de uma alma56:09Janeiro 13, 2014
73A defesa da família no Congresso Nacional 50:43Dezembro 16, 2013
72Dies Iræ: uma meditação sobre o fim dos tempos59:11Dezembro 02, 2013
71PLC 122: o projeto de destruição da família54:53Novembro 21, 2013
70A Virgem Maria e o Concílio Vaticano II55:18Novembro 13, 2013
69A última Confissão54:52Novembro 07, 2013
68A Resposta Católica53:02Outubro 31, 2013
67As finalidades e os efeitos da Santa Missa 01:02:51Outubro 24, 2013
66Sexo ou gênero?53:41Outubro 06, 2013
65O Senhor dos Anéis01:06:04Setembro 25, 2013
64O novo Código Penal e as ameaças à vida e à família49:47Setembro 17, 2013
63O mínimo que você precisa saber para não ser um idiota57:24Setembro 11, 2013
62Satanás e os seus demônios55:23Setembro 04, 2013
61O Missal de Paulo VI e a hermenêutica da continuidade 41:39Agosto 27, 2013
60O missal de Paulo VI e a reforma da reforma litúrgica de Bento XVI01:11:15Agosto 22, 2013
59A Quaresma de São Miguel e o auxílio dos anjos40:36Agosto 14, 2013
58Fora da Igreja existe salvação?56:48Agosto 06, 2013
57A Jornada Mundial da Juventude e as palavras de Francisco42:38Julho 30, 2013
56Papa Francisco no Brasil e a Jornada Mundial da Juventude57:29Julho 24, 2013
55Os perigos do veto parcial do PLC 03/2013 39:27Julho 18, 2013
54O perigo das falsas conversões30:51Julho 01, 2013
53O quadro político do Brasil59:31Julho 01, 2013
52As manifestações no Brasil55:54Junho 19, 2013
5145 anos da Humanae Vitae55:15Maio 30, 2013
50Modéstia: Como as mulheres devem se portar (II)18:43Maio 20, 2013
49Modéstia: Como as mulheres devem se portar (I)37:16Maio 20, 2013
48Virgindade e Espiritualidade34:04Maio 08, 2013
47Maternidade50:44Abril 24, 2013
46Feminilidade: o que está acontecendo com as mulheres?58:21Abril 16, 2013
45A dignidade da mulher58:39Abril 10, 2013
44A Santíssima Eucaristia59:14Abril 01, 2013
43Preparação para Páscoa "Victimae Paschali Laudes"55:37Março 26, 2013
42Papa Francisco e a Liturgia de Bento XVI (II)30:54Março 20, 2013
41Papa Francisco e a liturgia de Bento XVI (I)39:33Março 19, 2013
40O Conclave54:04Março 13, 2013
39Como ainda crer na santidade da Igreja?58:30Março 05, 2013
38Os últimos dias de Bento XVI 01:01:32Fevereiro 28, 2013
37A renúncia do Santo Padre e próximo conclave51:42Fevereiro 19, 2013
36A Infância de Jesus28:30Dezembro 18, 2012
35O ódio ao feminino49:15Novembro 27, 2012
34Masculinidade: o que está acontecendo com os homens de Deus?58:01Novembro 20, 2012
33Masculinidade: o que está acontecendo com os homens?59:44Novembro 13, 2012
32Doenças espirituais: o que são e como combatê-las52:58Novembro 06, 2012
31O Ano da Fé59:18Outubro 24, 2012
30Os Mártires de Hoje47:44Outubro 08, 2012
29Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (VI)38:59Outubro 01, 2012
28Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (V)46:55Setembro 24, 2012
27Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (IV)43:23Setembro 17, 2012
26Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (III)55:59Setembro 10, 2012
25Estudo do documento "Nova Estratégia Mundial do Aborto" (II)01:01:07Setembro 03, 2012
24A Nova Estratégia Mundial do Aborto (I)48:14Agosto 27, 2012
23Nova Ordem Mundial: a maior ameaça ao Cristianismo57:51Agosto 20, 2012
22Nova Ordem Mundial26:19Agosto 13, 2012
21Lançamento do DVD "Antropologia e Escatologia"58:11Agosto 05, 2012
20São Felipe Neri: "Prefiro o paraíso"41:07Julho 30, 2012
19A vida em risco49:09Julho 16, 2012
18Dom Eugênio Sales, uma escola de fidelidade47:56Julho 09, 2012
17O preço da fidelidade40:47Julho 02, 2012
16A presença de São Pedro em Roma36:10Junho 25, 2012
15O Gnosticismo em nosso meio01:03:27Junho 18, 2012
14Exame de consciência: 20 anos de sacerdócio49:47Junho 11, 2012
13Crise na Igreja01:08:16Junho 04, 2012
12Marxismo Cultural e o Comunismo01:13:28Fevereiro 07, 2012
11Ó admirável intercâmbio!26:03Dezembro 22, 2011
10Ó Emanuel!01:22:52Dezembro 16, 2011
9PL122 - A lei da mordaça gay01:20:04Dezembro 05, 2011
8Teologia e espiritualidade do Advento e do Natal38:50Novembro 28, 2011
7Conversão e a luta contra o pecado01:01:15Novembro 24, 2011
6Presença real de Jesus na Eucaristia01:06:48Novembro 17, 2011
5O Inferno01:07:31Novembro 10, 2011
4E agora, para onde vamos?01:06:20Novembro 02, 2011
3A vida de São Pio de Pietrelcina01:05:55Setembro 20, 2011
2O protestantismo01:05:55Setembro 12, 2011