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17. Fecundação "in vitro"

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Diante do drama da infertilidade muitos casais recorrem aos métodos de fecundação artificial. No caso da fertilização in vitro, em geral, diversos óvulos são fecundados, alguns são usados e o restante congelados. A pergunta, portanto, é: o que fazer com esses óvulos fecundados e congelados?

Trata-se de uma situação bastante delicada, pois o problema começa com esse tipo de fecundação. A Igreja é absolutamente contra a fertilização in vitro, ou seja, a fecundação de óvulos fora do ventre da mulher, pois “dissociam o ato sexual do ato criador. O ato fundante da existência dos filhos já não é um ato pelo qual duas pessoas se doam uma à outra, mas um ato que 'remete a vida e a identidade do embrião para o poder dos médicos e biólogos, e instaura um domínio da técnica sobre a origem e a destinação da pessoa humana'" (CIC 2377).

Não se pode manipular seres humanos nem escolher quem vai nascer ou não. Os óvulos fecundados já são seres humanos, portanto, não se pode colocar em risco a vida deles. Cada vez mais a medicina tem se especializado e mostrado o que acontece com os embriões, o que comprova que são seres humanos desde a fecundação.

Sendo assim, é inegável que são seres humanos congelados. E, se são seres humanos, possuem alma, já poderiam até mesmo serem batizados. O que fazer? Em primeiro lugar, a fecundação não deveria ter ocorrido. Seres humanos não podem ser objetos de experiência. Mas, já que aconteceu, é preciso ter em mente que são mais que “embriões", são seres humanos e precisam nascer. Que sejam tomadas providências!!

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