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Evangelhos Sinóticos

As aparições do Ressuscitado nos evangelhos

O evangelho de Mateus, ao contrário do de Lucas, guarda um intrigante silêncio sobre as aparições do Ressuscitado na Judéia, enquanto dá a entender que Ele só teria aparecido vários dias depois, na distante Galiléia, onde tudo tinha começado. Por que esse “retorno às origens”? O que a narrativa de Mateus nos revela sobre os propósitos do Senhor em suas diversas aparições? E o que nós, que ainda não vimos a glória de Cristo, temos que ver com tudo isso?

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As discrepâncias dos evangelhos. — Se contemplarmos com um só lance d’olhos as narrações da Ressurreição apresentadas pelos quatro evangelistas, veremos que elas discrepam entre si em não pequena medida. — a) Mateus, a quem temos seguido neste curso, dispõe os fatos da seguinte maneira: Maria Madalena e outra Maria, logo ao amanhecer, vêm ao sepulcro e ali encontram um anjo sentado sobre a pedra, o qual as certifica de que o Senhor ressuscitara e as encarrega de levar a notícia aos discípulos. O Senhor aparece às mulheres no meio do caminho; elas O adoram e dEle recebem, mais uma vez, a ordem da mandar os Apóstolos irem à Galiléia, onde verão o Senhor. Os Apóstolos, dando fé à palavra das mulheres, voltam à Galiléia, ali vêem a Cristo ressuscitado e dEle recebem os últimos ensinamentos. — No primeiro evangelho, portanto, fala-se de duas aparições: uma às santas mulheres, no mesmo dia da Ressurreição, e outra aos discípulos, em um monte na Galiléia. Nenhuma menção, pois, às aparições em Jerusalém.

b) Marcos não se afasta muito da narração de Mateus, mas lhes acrescenta alguns detalhes. Maria Madalena, Maria de Tiago e Salomé vêm bem de manhã ao sepulcro e, ao entrarem,...

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