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Direção Espiritual: Aprenda a Rezar

O que devo fazer quando experimentar um afeto na oração?

Muitos ficam sem palavras diante dos afetos que surgem durante a meditação. Nesses casos, o melhor a fazer é seguir o exemplo dos santos, que “ruminavam” as moções dadas pelo Espírito Santo e, quando necessário, respondiam a Deus com belíssimas orações, às quais também nós podemos recorrer.

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O que eu devo fazer quando experimentar um afeto na oração? Antes de mais nada, saiba que o afeto é consequência de um toque da graça divina em nosso coração. Ora, se foi Deus quem comoveu seu coração, abandone-se aos movimentos da graça:

Assim se diz que o fazia São Francisco, de quem São Boaventura escreve que era tão particular o cuidado que nisto tinha, que, se andando [pelo] caminho, o visitava Nosso Senhor com alguma particular visitação, fazia ir adiante os companheiros e ficava parado até acabar de ruminar e digerir aquele bocado que lhe vinha do céu [1].

Vejamos alguns exemplos concretos. Às vezes, seu coração foi tocado de uma profunda dor por ter ofendido a Deus: nesse caso, você pode simplesmente chorar seus pecados, se for esta a inspiração da graça; ou pedir perdão por eles, propondo a partir dali amar a Deus sobre todas as coisas. Mas talvez seu coração comoveu-se com a misericórdia de Deus, que lhe deu a Virgem Maria por Mãe para protegê-lo e conduzi-lo ao céu: neste caso, você pode simplesmente ficar em silêncio e saborear essa verdade: — A Mãe de Deus é realmente minha Mãe! Minha Mãe… minha Mãe…

Há pessoas que até experimentam os afetos do...

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