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Terapia das Doenças Espirituais

O pecado da vaidade

"Vaidade das vaidades" é o mundo virtual. Em tempos de "redes sociais", todo o mundo quer aparecer e ver a sua estrela brilhar diante dos outros. Em meio ao número quase infinito de posts, está muitas vezes a insaciável competição por curtidas e compartilhamentos que, no fim das contas, não leva a lugar algum.

Nesta aula do curso de Terapia das Doenças Espirituais, conheça o pecado mais popular do mundo virtual, a partir da doutrina perene de Santo Tomás de Aquino, e saiba por que nem sempre é saudável ficar buscando a própria glória e a aprovação dos outros.

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Depois de examinar a soberba, considerada por São Gregório Magno "rainha dos vícios", cabe-nos olhar bem de perto para um de seus efeitos diretos, que é o pecado da vanglória (ou vaidade).

Embora ambos os vícios tenham a ver com a excelência, explica Santo Tomás de Aquino, "a soberba não é o mesmo que a vanglória, mas a sua causa, porque busca a excelência de forma desordenada, ao passo que a vanglória almeja a manifestação da excelência (inanis gloria appetit excellentiae manifestationem)" [1].

Para entendermos o que seja essa "manifestação da excelência", o mesmo Doutor Angélico vem em nosso auxílio, no capítulo da Suma Teológica que ele dedica, inteiro, ao pecado da vanglória. Trata-se da questão 132, da segunda seção da segunda parte (secunda secundae) de sua obra.

No artigo 1.º, considerando se o desejo da glória é pecado (utrum appetitus gloriae sit peccatum), o Aquinate afirma que "a glória significa um certo brilho". Ele se serve de Santo Agostinho, para quem ser glorificado (glorificari) significa, de alguma forma, ser clarificado (clarificari). "O brilho tem uma certa beleza que se manifesta diante de todos", explica Tomás. "É a razão pela qual...

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