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Terapia das Doenças Espirituais

Terapia da acídia

Nem sempre preguiça significa ficar sem fazer nada. De nada adianta, por exemplo, nos entupirmos de coisas para fazer, se estamos sempre adiando nossa vida de oração e deixando nossos deveres de estado para a última hora.

Como sair do vício da acídia? Qual a solução para vencer o tédio e a moleza nos serviços do dia a dia? É possível conciliar o trabalho duro com a vida de comunhão e intimidade com Deus?

Nesta 18.ª aula de Terapia das Doenças Espirituais, descubra os remédios da espiritualidade católica para a preguiça e aprenda a firmar o seu coração no "único necessário".

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Como dito na última aula, a acídia constitui uma tristeza em relação aos bens espirituais [1]. Diante do grande santo em que Deus quer transformar todo ser humano, o acidioso inquieta-se, agita-se, tem o seu coração dividido (μεριμνᾷ, em grego), sem conseguir concentrar-se em sua identidade e vocação à perfeição.

Por isso, um das formas básicas de remediar esse estado doentio é a quietude (stabilitas), que consiste em ter firme o coração no seu devido lugar. Isso estende-se para todas as atividades diárias, mormente a oração e o trabalho. É preciso ter propósitos bem determinados na vida de oração – sem ficar mudando de práticas devocionais a todo momento –, bem como constância e perseverança nos serviços a ser realizados no dia a dia. A Ordem de São Bento condensa isso no seu famoso lema "Ora et labora – Reza e trabalha".

A cura pelo trabalho. – Há, de fato, uma grande ênfase dos Padres do Deserto na questão do trabalho. Evágrio Pôntico, por exemplo, condena várias vezes os que ele chama de "monges giróvagos". "O monge vagabundo é um arbusto árido da solidão, descansa pouco e é agitado de lá para cá contra a sua vontade", ele diz. "A planta transladada não...

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