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Ensina-nos a orar

Não estamos sozinhos!

Aquele com quem falamos na oração sempre esteve conosco, nunca nos deixou a sós, pois está, silencioso e paciente, à espera de que nos deixemos encontrar com Ele.

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Chegamos ao final do nosso breve curso “Ensina-nos a orar”. A partir de agora, para colhermos os frutos espirituais do que aprendemos, é importante não perder de vista a presença de Deus na nossa vida. Como nos ensina S. Elisabete da Trindade, o mais importante na vida de oração é a presença de Deus em nós, ou seja, participar do mistério da inabitação de Deus em nossa alma.

Para que isso ocorra, devemos entender que a comunhão com Deus — que pretendemos alcançar com a santidade — não está longe de nós, pois Nosso Senhor já se encontra na sétima morada do castelo interior da nossa alma. Somos nós que estamos longe da sétima morada e, por isso, precisamos progredir espiritualmente para chegar a uma união íntima com Ele. Daí que, em nossas orações, necessitemos pedir a Jesus que retire os obstáculos que nos impedem de encontrá-lO.

Também é importante interiorizar a verdade de que nunca estamos sozinhos. Qualquer sentimento de solidão que possa surgir é, na verdade, uma mentira, pois nunca estamos sozinhos; apenas nos esquecemos da presença de Deus. Isso ocorre devido ao pecado, que nos conduz ao esquecimento da presença amorosa e benfazeja de Deus, de tal forma que, em vez de nos unirmos interiormente a Ele, preferimos perambular nas lonjuras do erro, distantes de nós mesmos.

Então, o nosso curso “Ensina-nos a orar”, em última análise, quer nos fazer perceber a nossa vocação universal à santidade. Precisamos ser santos, pois é isso que Deus quer de nós; é isso que possibilitará a união íntima com Ele. Peçamos, pois, a Nosso Senhor que consigamos nos configurar a Ele a ponto de podermos dizer com S. Teresa d’Ávila: “Finalmente, somos filhos da Igreja” [1].

Referências

Nota

  1. Conforme relatos das irmãs carmelitas, Santa Teresa de Jesus no leito de morte afirmou: “Finalmente, morro como filha da Igreja”.
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