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A alegria incomensurável do Natal
O Menino na manjedoura é o mesmo Cristo que vence a morte, na Páscoa. Mas, que primeiro devamos contemplá-lo manso e vulnerável — vindo a todos de surpresa, tanto para Maria e José quanto para alguns pastores —, eis aí uma graça maravilhosa.

A caverna, o celular e o Natal
Longe da gruta em Belém, muitas vezes nos vemos buscando a gruta que a maioria de nós carrega consigo ao longo do dia, nos bolsos ou nas bolsas. Nas escuras telas espelhadas dos nossos smartphones, buscamos sem cessar algum tipo de boa notícia…

Nossas reclamações estão tirando a glória de Deus!
É claro que ninguém pode tirar de Deus a glória que Ele tem por si mesmo, mas tiramos a glória dele em nós quando nos queixamos do que Ele nos dá, protestando contra o que nos acontece e murmurando pelo que temos de fazer ou pelo que não podemos fazer.

É Deus ou o diabo? Santo Inácio nos ajuda a discernir
Se o homem não se submete a Deus, acabará se submetendo a todas as mentiras... e sobretudo àquele que é mentiroso desde o princípio. Conheça neste texto as valiosas (e utilíssimas) regras de Santo Inácio de Loyola para o discernimento dos espíritos.

A “pequena via” da beleza
Não podemos construir uma catedral gótica. Mas podemos fazer de nossas casas lugares belos, plantar belos jardins, vestir-nos bem, pintar, cantar e trazer de volta a cerimônia e a dignidade ao ato de comer. Em todos esses atos singelos está a “pequena via” da beleza.

O cheiro do gambá e o odor de santidade
Aquilo que é perfume de santidade para quem viverá eternamente, é odor desagradável para aqueles que aguardam as chamas eternas do Inferno. Estes sempre terão o odor de um animal em decomposição — ou de um gambá, com seu mau cheiro proverbial.

Fé e juízo privado
Nos tempos dos Apóstolos, a particularidade da fé era a submissão a uma autoridade viva. Era isto o que tanto a distinguia. Era isto o que a tornava, na verdade, um ato de submissão. Era isto o que destruía o julgamento privado em matéria religiosa.

O que importa na hora da morte?
Fomos todos hoje surpreendidos pela trágica morte de Diogo Jota, jogador do Liverpool. Num momento desses, sabemos, não há palavras de consolo. Mas a morte tem o condão de nos tirar do estupor do dia a dia e nos colocar circunspectos, meditativos. Meditemos então.

Seis conselhos práticos para fazer uma visita diária a Jesus
A visita ao Santíssimo Sacramento é uma oração que se faz diante da Eucaristia, quando guardada no sacrário. É um momento de recolhimento e comunhão íntima com Jesus sacramentado. Eis aqui alguns conselhos práticos para fazê-la bem.

Por que a Eucaristia é sempre viático?
A Eucaristia é destinada aos viajantes — e a mais ninguém. Quando um sacerdote leva a Comunhão a um moribundo, nós a chamamos de “viático”: alimento para a viagem. Mas, num sentido mais amplo, ela é sempre pão para o peregrino, em sua jornada.

Jesus não está mais na Cruz?
“Jesus não está mais na Cruz”, dizem muitos protestantes. “Por que seguir usando o símbolo no qual Ele foi torturado e morreu de forma tão atroz?” — A resposta está no próprio Evangelho, e na vida de São Pedro e São Paulo, colunas da Igreja.

Um ladrão que nos ensina a ter fé
Aos olhos da turba incrédula, morriam no Calvário três iguais, três criminosos, três desgraçados. Dimas porém vislumbrou, naquele corpo flagelado, naquela cabeça coberta de espinhos, naqueles pés e mãos cravejados, os nobres membros de um rei.

O dia que Jesus recebeu 100% do DNA de Maria
Quando o Verbo se fez carne, esta veio inteiramente da carne de Maria. Para colocar em termos modernos, 100% do DNA de Jesus Cristo veio de Nossa Senhora. Acompanhe esta reflexão sobre as antigas orações litúrgicas para a festa da Anunciação do Senhor.

São Gabriel, o anjo que anunciou a Maria
Durante quase 50 anos, a liturgia romana celebrou São Gabriel no dia 24 de março, véspera da Anunciação. Bento XV foi quem designou uma festa só para ele, visando o “incremento da piedade e da união à Sagrada Família”. Conheça, pois, a missão deste Santo Arcanjo.

“Dia de ira, aquele dia”
Conheça uma versão literária do “Dies Irae”, poema latino usado durante séculos, na liturgia católica, como sequência para a Missa de defuntos. O autor da tradução é um dos grandes poetas do Simbolismo brasileiro: Alphonsus de Guimaraens.

Da morte súbita e imprevista, livrai-nos, Senhor!
Se fizéssemos uma pesquisa, ou perguntássemos a esmo aos católicos na saída da Missa de domingo: “De que forma você gostaria de morrer?”, a resposta mais frequente seria uma morte rápida e repentina — justamente o pesadelo dos católicos de outrora.

Uma Quaresma com Bilbo Bolseiro
O que Bilbo Bolseiro tem a ver com o período penitencial da Quaresma? O que uma pequena criatura de um conto de fadas, de uma obra literária de fantasia, tem a ver com os pormenores da penitência, ou com o jejum e a oração?

Como devemos ouvir a Palavra de Deus?
Ao ouvir as leituras na Missa, não se sente no banco da igreja com os braços esticados e as pernas cruzadas, como se a Palavra de Deus fosse proclamada para entretê-lo ou saciar a sua curiosidade. Ela tem a ver com você e com o Deus que salva você.






