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Credo Apostólico

A heresia nestoriana e a heresia monofisita

Durante o século IV, as grandes controvérsias eram trinitárias, ou seja, se a fé era na Santíssima Trindade ou se Deus era único, composto de duas criaturas, dignas, mas ainda sim criaturas: O Verbo Eterno e o Divino Espírito Santo. O Credo Niceno-constantinopolitano deixou claro para todos que a fé católica professa desde sempre a fé na Santíssima Trindade, ou seja, que Deus é um só em três pessoas realmente distintas: Pai, Filho e Espírito Santo.

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O mistério central da fé católica concentra-se na pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo. No quinto século surgiram algumas heresias a respeito dele que levaram a Igreja a convocar dois grandes Concílios: Éfeso e Calcedônia. Nesta aula contemplaremos a heresia denominada “nestorianismo" e daremos início ao estudo sobre o monofisismo, que são as duas mais significativas. Acerca da nestoriana, o Catecismo da Igreja Católica ensina:

A heresia nestoriana via em Cristo uma pessoa humana unida à pessoa divina do Filho de Deus. Diante dela, S. Cirilo de Alexandria e o III Concílio Ecumênico, reunido em Éfeso em 431, confessaram que “o Verbo, unindo a si em sua pessoa uma carne animada por uma alma racional, se tornou homem". A humanidade de Cristo não tem outro sujeito senão a pessoa divina do Filho de Deus, que a assumiu e a fez sua desde a sua concepção. Por isso o Concílio de Éfeso proclamou, em 431, que Maria se tornou de verdade Mãe de Deus pela concepção humana do Filho de Deus em seu seio: “Mãe de Deus não porque o Verbo de Deus tirou dela sua natureza divina, mas porque é dela que ele tem o corpo sagrado dotado de uma alma racional, unido ao qual, na sua pessoa, se...
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