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Credo Apostólico
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Conheça a profunda beleza do credo cristão e o nexo de perfeita harmonia entre os seus mistérios.
Apresentado por Padre Paulo Ricardo
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Relevância do Curso

O sentido profundo por trás do curso

Venha encontrar a chave que irá desvendar os segredos desse tesouro.

Níveis e chaves de leitura

Níveis e chaves de leitura
Vá além do entretenimento e descubra a densidade teológica da obra.

Simbolismo, Graça e Redenção

Simbolismo, Graça e Redenção
A simbologia revela múltiplos significados. Com isso, podemos aprender sobre a graça e outras verdades.

Explorando o conteúdo

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Explore o arco narrativo e venha entender como o enredo revela que fazemos parte de uma história maior.

Para iniciantes

Para iniciantes
Uma chave de leitura para ajudar você a se encantar com o tema e aproveitar melhor sua profundidade.

Para quem já conhece

Para quem já conhece
Que tal retornar ao tema com a mesma empolgação da primeira vez?

Para católicos

Para católicos
Contemple com um novo olhar os profundos mistérios da Graça e da Redenção.

Para não católicos

Para não católicos
Entender a mente católica é uma chave para desvendar detalhes importantes.

Saiba o que você vai aprender

Ao longo de 90 aulas (e mais de 45 horas de formação), nosso curso “Credo Apostólico” é uma jornada pelo conteúdo do curso, explorando seus temas e desvendando os mistérios de cada aula.

Conteúdo do curso

90 Aulas
45:33:51
O Catecismo da Igreja Católica
32:17
aula 01

O Catecismo da Igreja Católica

No ano de 2012 foram comemoradas duas datas importantes: os vinte anos de publicação do Catecismo da Igreja Católica e os cinquenta anos do início do Concílio Vaticano II. O papa Bento XVI proclamou o Ano da Fé que se iniciou em outubro de 2012 e se encerrará na Festa de Cristo Rei em 2013. Este curso é uma resposta ao pedido feito por ele.
As provas da existência de Deus
33:28
aula 02

As provas da existência de Deus

A primeira seção do Catecismo: "Eu creio – nós cremos", é dividida em três capítulos, que podem ser resumidos em crença-revelação-fé. Crença é o esforço humano e infrutífero para se chegar a Deus. Fé é a adesão ao Deus que se revelou. Nesse sentido, somente os cristãos têm fé, todas as outras religiões possuem crença, porque são religiões fundadas no esforço humano de buscar a Deus e não no Deus que se revelou, pois a Revelação, no sentido estrito da palavra só existe no cristianismo, quando Deus se fez carne por meio de seu filho, Jesus Cristo. 
Fé e razão
34:04
aula 03

Fé e razão

Existe um equilíbrio bastante grande por parte da Igreja quando se refere à teologia racional, pois, ela não prega o otimismo racionalista e nem o pessimismo fideísta, pelo contrário, encontra o meio-termo entre elas, dizendo que ambas devem caminhar juntas em direção ao Pai.
As várias etapas da Revelação
32:48
aula 04

As várias etapas da Revelação

Sabe-se que o homem é capaz de Deus, pois recebeu Dele uma racionalidade. Embora tenha sofrido com o pecado original, esta racionalidade não foi totalmente deturpada, pois, de alguma maneira, o homem ainda é capaz de ouvir Deus.
A formação do povo de Deus
27:48
aula 05

A formação do povo de Deus

Os onze primeiros capítulos do livro de Gênesis narram a origem do povo de Deus. Quando Deus escolhe Abraão e fala com ele, o faz de forma revolucionária, pois se apresenta sem um nome e sem uma imagem. Cumpre dizer que isso foi uma grande novidade, pois, para os povos antigos, ambos eram utilizados por eles, tanto para entabularem comunicação quanto para manipularem os deuses.
O Cristianismo é um acontecimento
27:25
aula 06

O Cristianismo é um acontecimento

A Constituição "Dei Verbum" traz a ideia central da aula de hoje na qual será aprofundado ainda mais o tema da Revelação divina: "o conteúdo íntimo da verdade comunicada por esta revelação a respeito de Deus e da salvação do homem se manifesta a nós em Cristo, que é ao mesmo tempo mediador e plenitude de toda a revelação." (DH4202)
A transmissão da Revelação divina
35:54
aula 07

A transmissão da Revelação divina

Deus se revela à humanidade "enviando seu próprio Filho, no qual estabeleceu sua Aliança para sempre. O Filho é a Palavra definitiva do Pai, de sorte que depois dele não haverá outra Revelação." A aula anterior pode ser resumida dessa maneira. Mas, como se fará a transmissão dessa Revelação? É o tema da aula de hoje.
A conservação do depósito da fé
36:55
aula 08

A conservação do depósito da fé

Sabendo que existe uma Tradição apostólica incumbida pelo próprio Jesus para transmitir o depósito da fé, Tradição esta formada pela tradição (com ‘t’ minúsculo) e pelas Sagradas Escrituras, hoje será estudada a relação entre a Tradição e a Sagrada Escritura.
Os dogmas da fé
32:14
aula 09

Os dogmas da fé

O Magistério da Igreja empenha plenamente a autoridade que recebeu de Cristo quando define dogmas, isto é, quando, utilizando uma forma que obriga o povo cristão a uma adesão irrevogável de fé, propõe verdades constidas na Rcevelação divina ou verdades que com estas têm uma conexão necessária.
Cristo - Palavra Única da Sagrada Escritura
26:32
aula 10

Cristo - Palavra Única da Sagrada Escritura

A Palavra de Deus se fez carne. Deus, em si, não cabe em palavras humanas, porém, de alguma forma, Ele se rebaixa e torna possível a expressão de seus mistérios eternos pela palavra humana.
Inspiração e verdade da Sagrada Escritura
25:23
aula 11

Inspiração e verdade da Sagrada Escritura

Para o católico não existe dificuldade alguma em crer que: 1. Deus é o autor da Sagrada Escritura; 2. Deus inspirou os autores humanos dos livros sagrados; 3. Os livros inspirados ensinam a verdade.
O Espírito Santo, intérprete da Escritura
25:20
aula 12

O Espírito Santo, intérprete da Escritura

A aula de hoje pretende mostrar quais são os princípios básicos de interpretação das Sagradas Escrituras. O Catecismo da Igreja Católica inicia o tema propondo uma reflexão básica: "Deus fala ao homem à maneira dos homens". Assim, para interpretar de forma correta a Escritura, necessário se faz "estar atento àquilo que os autores humanos quiseram realmente afirmar e àquilo que Deus quis manifestar-nos pelas palavras deles"
Os Sentidos da Sagrada Escritura
24:07
aula 13

Os Sentidos da Sagrada Escritura

A exegese histórico-crítica foi de grande utilidade para o estudo das Sagradas Escrituras, contudo, a Igreja adverte: apesar de bom, esse método não pode ser o único, é preciso avançar e perceber também o sentido espiritual das Sagradas Escrituras. Para tanto, o Catecismo da Igreja Católica compila os cinco princípios básicos para a leitura viva da Bíblia, princípios estes consagrados pelos dois mil anos de história.
O Cânon das Sagradas Escrituras
27:02
aula 14

O Cânon das Sagradas Escrituras

A palavra cânon é de origem grega e quer dizer regra. Nesse caso, especificamente, refere-se aos livros que pertencem à Bíblia. Ao contrário do que muitas pessoas pensam até ingenuamente, a escolha dos livros sagrados não foi rápida e nem unânime. Aprenda como o cânon bíblico foi formado.
A unidade do Antigo e do Novo Testamento
25:26
aula 15

A unidade do Antigo e do Novo Testamento

O Catecismo da Igreja Católica ensina que existe uma íntima e profunda relação entre o Antigo e o Novo Testamento. Mais uma vez a Exortação Apostólica Pós-sinodal Verbum Domini sobre a Palavra de Deus na vida e na missão da Igreja é que nos ensina sobre o tema.
A resposta do homem a Deus
30:20
aula 16

A resposta do homem a Deus

A amizade é uma via mão de dupla, ou seja, requer reciprocidade. Deus ama o homem, deste modo, é necessário que o homem o ame de volta para que exista a amizade. A resposta do homem ao Deus que fala é a obediência da fé, ou seja, ouvir com todo o coração, para além do sentido auditivo. A obediência está no centro do Cristianismo e precisa ser entendida plenamente.
A fé é um ato humano
24:36
aula 17

A fé é um ato humano

A fé possui algumas características próprias, conforme foi visto na aula anterior. Ela é uma graça, ou seja, é um dom de Deus. Embora seja Ele a dar o primeiro passo, a fé é um ato humano e, como tal, deve ser livre e consciente. Ao mesmo tempo, ela é um ato de inteligência, ou seja, não é algo afetivo, que envolva sentimentos ou sensações. O esforço teológico nada mais é do que o desejo de entender melhor aquilo que se crê. "Fides quaerens intellectum", ou seja, a fé que procura a intelecção. Sabendo que a investigação teológica supõe a fé e, portanto, parte da certeza e não da dúvida.
Nós cremos
24:24
aula 18

Nós cremos

O ato de fé é o mesmo, porém, é importante que se encontre uma sintonia na maneira de se expressar esta fé. É preciso afinar a linguagem, por assim dizer. O ato de fé do crente, segundo Santo Tomás de Aquino, não para no enunciado, mas chega até a realidade anunciada, então, embora possam ser usadas palavras diferentes, a fé é a mesma. Mesmo assim é necessário ter a mesma linguagem. Por causa disso, surge uma espécie de tensão.
Os Símbolos da Fé
24:50
aula 19

Os Símbolos da Fé

A Segunda Seção do Catecismo é dedicada à profissão da fé cristã, ou seja, ao estudo do Símbolo Apóstolico. O Catecismo explica a necessidade dele dizendo: "a comunhão na fé precisa de uma linguagem comum da fé, normativa para todos e que una na mesma confissão de fé." (185) A Igreja sempre preferiu expor a fé utilizando 'fórmulas breves e normativas' para todos. Essas sínteses da fé são os símbolos ou profissões de fé, 'pois resumem a fé que os cristãos professam'.
Deus, 'Aquele que é', é verdade e amor
24:29
aula 20

Deus, 'Aquele que é', é verdade e amor

Deus é o princípio da Verdade e o homem, quando peca, afasta-se da Verdade e passa a ter um relacionamento de inadequação com Deus Criador; Deus, com a sua Verdade estrutura o universo; e, finalmente, Deus quando se revela, revela a Verdade tal qual ela é. Deus é Amor. Esta é uma revelação do Novo Testamento, porém, ela foi preparada durante o Antigo Testamento. Nesta preparação, Deus revelou que Ele amava Israel, o seu povo, as pessoas, ou seja, ele revelou seu amor gratuito pelos homens.
Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo
25:54
aula 21

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo

"A Trindade é um mistério de fé no sentido estrito, um dos mistérios escondidos em Deus que não podem ser conhecidos se não forem revelados do alto. Sem dúvida, Deus deixou vestígios de seu ser trinitário em sua obra de Criação e em sua Revelação ao longo do Antigo Testamento. Mas a intimidade de seu Ser como Santíssima Trindade constitui um mistério inacessível à pura razão e até mesmo à fé de Israel antes da Encarnação do Filho de Deus e da missão do Espírito Santo."
A Santíssima Trindade na doutrina da fé
26:00
aula 22

A Santíssima Trindade na doutrina da fé

O coração da fé católica é o dogma da Santíssima Trindade. Diz o Catecismo que é "o mistério central da fé e da vida cristã. É o mistério de Deus em si mesmo. É, portanto, a fonte de todos os outros mistérios da fé, é a luz que os ilumina. É o ensinamento mais fundamental e essencial na 'hierarquia das verdades da fé'."(234)
Deus Todo-Poderoso
25:52
aula 23

Deus Todo-Poderoso

Atualmente existe uma certa resistência em se pregar e até mesmo de se crer num dos títulos de Deus Pai: “Todo-Poderoso”. É mais fácil pensar num Deus frágil, impotente, que se rebaixou, em vez de pensar num Deus majestoso, tremendo, Todo-Poderoso. Contudo, uma característica não exclui a outra e este é o tema da nova aula do curso de Catecismo da Igreja Católica.
Creio em Deus Criador
28:24
aula 24

Creio em Deus Criador

Não crer que Deus é criador retira do homem o alicerce que o sustenta no mundo, pois, não existiria a convicção de se pertencer a alguém. Não crer nessa verdade torna a vida do homem sem sentido.
Deus realiza o seu projeto: A Divina Providência
25:37
aula 25

Deus realiza o seu projeto: A Divina Providência

As Sagradas Escrituras trazem relatos belíssimos acerca da atuação de Deus no mundo. Desde os primeiros tempos, Deus olha a necessidade de seu povo e intervém. Este é um fato inegável para todo cristão. Entretanto, como o mundo moderno tem se afastado cada vez mais de Deus, o homem tem tido muita dificuldade em acreditar e, até mesmo, em aceitar a Providência Divina.
A Providência e o escândalo do mal
25:35
aula 26

A Providência e o escândalo do mal

Um dos grandes questionamentos da humanidade é o motivo de o Mal existir no mundo. A inteligência humana, por ser limitada, não é capaz de apreender a dimensão da visão de Deus, fixando-se apenas no momento presente. Assim, não consegue compreender claramente o propósito divino diante de acontecimentos tristes ou de certos infortúnios cotidianos. Deus, por sua vez, compreende ao mesmo tempo tanto o passado, o presente e o futuro; a vida atual e o caminho trilhado para a vida eterna de cada um.
Deus Criador do Céu e da Terra
49:20
aula 27

Deus Criador do Céu e da Terra

A profissão de fé atribuída aos apóstolos diz que Deus é o “criador do céu e da terra". O credo niceno-constantinopolitano vai mais além e diz “criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis". Mas, o que quer dizer exatamente céu e terra, coisas visíveis e coisas invisíveis? É o que Padre Paulo Ricardo explica nesta aula.
Cristo com todos os seus anjos
52:49
aula 28

Cristo com todos os seus anjos

Os anjos pertencem a Jesus. Não somente ao Jesus Divino, segunda pessoa da Santíssima Trindade, mas, também, ao Jesus, filho de Deus feito homem e que, ressuscitado, exerce um senhorio sobre toda a criação.
Os anjos na vida da Igreja
47:46
aula 29

Os anjos na vida da Igreja

O católico deve acreditar na existência dos seres angelicais porque Deus assim o determinou. Esta aula abordará alguns aspectos interessantes sobre os anjos, tomando como base a opinião dos grandes santos da Igreja.
O mundo visível
47:29
aula 30

O mundo visível

Embora a afirmação de que Deus é o criador de tudo que existe soe de forma natural, nem sempre foi assim. Houve um tempo em que heresias se apresentavam dentro da Igreja afirmando que Deus não havia criado a matéria.
O Homem
44:34
aula 31

O Homem

O homem foi criado à imagem de Deus, portanto, a dignidade humana é a maior de toda a Criação. Deus assim o quis e livremente elegeu o ser humano como ápice de toda a criação. O que decorre dessa afirmação?
"Corpore et anima unus" (Uno de alma e corpo)
35:24
aula 32

"Corpore et anima unus" (Uno de alma e corpo)

Deus criou os céus e a terra. Criou também o ser humano, o qual é composto de corpo e alma. “Uno de corpo e alma”. Santo Tomás de Aquino é mais específico ainda ao dizer que o homem é um composto de matéria e de forma, pela unidade da alma com o corpo.
"Corpore et anima unus" (Uno de alma e corpo) - II
41:38
aula 33

"Corpore et anima unus" (Uno de alma e corpo) - II

Continuando a investigação acerca da afirmação do Catecismo de que o homem é uno de corpo e alma, é preciso recordar que existe uma tendência do protestantismo liberal (e também do catolicismo liberal) em negar a existência da alma. Essas correntes afirmam que o homem é somente corpo e que a ideia de alma é herança do dualismo grego. A visão bíblica, contudo, é a mais correta pois diz que o ser humano é uma unidade de corpo e de alma.
"Corpore et anima unus" (Uno de alma e corpo) - III
43:51
aula 34

"Corpore et anima unus" (Uno de alma e corpo) - III

A alma não foi produzida e transmitida pelos pais na gestação, mas, no início dos tempos, houve quem pensasse assim. Isso porque havia um grande desconhecimento acerca do processo da reprodução humana. Pensava-se, grosso modo, que o homem colocava a semente na mulher, que seria uma espécie de terreno fértil para o crescimento do novo ser. Mas, diante das inúmeras lacunas que esse pensamento deixou abertas, foi posto de lado. Além, é claro, dos significativos avanços no campo da reprodução humana.
Homem e mulher os criou
37:58
aula 35

Homem e mulher os criou

Deus criou o ser humano e dividiu-os em dois gêneros: o feminino e o masculino. Ele revestiu o homem com uma dignidade ímpar sobre toda a Criação e não pode renunciar a ela. É a chamada dignidade inamissível, que quer dizer tão-somente que ser homem, ser mulher é uma realidade boa, querida por Deus.
O homem no paraíso
40:15
aula 36

O homem no paraíso

O homem foi criado no Paraíso. A aula de hoje tratará do projeto de Deus antes de ele ser quebrado pelo pecado original. O homem foi criado em estado de amizade com Deus, consigo próprio e com o restante da criação01. Foi criado também num estado de santidade e justiça original e foi ele mesmo, não Deus, quem pôs fim a esse estado.
A queda
42:45
aula 37

A queda

Deus criou o homem e a mulher, dando-lhe uma condição favorável, cumulando-os de dons. Porém, disse-lhes: “podes comer do fruto de todas as árvores do jardim. Mas não comas do fruto da árvore da ciência do bem e do mal; porque no dia em que dele comerdes, morrerás indubitavelmente” (Gn 2, 16-17). Infelizmente, o homem desobedeceu a Deus e precipitou-se na chamada “Queda” que, nada mais é do que o pecado original. A situação atual do homem é denominada pós-lapsária, pois, origina-se do latim lapsus, que quer dizer queda.
A queda dos anjos
44:02
aula 38

A queda dos anjos

Na aula de hoje, além das verdades de fé, serão oferecidas explicações teológicas acerca da Queda dos Anjos, que é um assunto que desperta muito interesse desde sempre. A base para as explicações teológicas serão os escritos de Santo Tomás de Aquino.
O pecado original
34:12
aula 39

O pecado original

A doutrina do pecado original é uma verdade de fé, portanto, deve ser crida. Infelizmente, a teologia liberal moderna, representada principalmente pela Teologia da Libertação, insiste em negar a existência do pecado original. Isso acontece porque esta teologia deseja implantar o reino do céu neste tempo. Porém, isso somente seria possível se o pecado original não existisse, caso contrário, o homem continuaria pecando e não poderia ser implantado o “paraíso” aqui na terra. Isso é óbvio, mas a ideia de que o pecado original é uma invenção de Santo Agostinho tomou corpo e vem seduzindo a muitos na Igreja Católica. Dizer que Santo Agostinho criou a doutrina do pecado original é outra afirmação sem lógica, pois, como se explicam as diversas referências a ele nas cartas paulinas?
Consequências do pecado de Adão para a humanidade
33:37
aula 40

Consequências do pecado de Adão para a humanidade

Nesta aula, falaremos sobre o pecado original “originado”, ou seja, de como é que o pecado original age em cada ser humano. A doutrina do pecado original originado, ou seja, aquele primeiro pecado cometido por Adão, encontra seu fundamento bíblico básico na Carta de São Paulo aos Romanos: “de modo que, como pela desobediência de um só homem todos se tornaram pecadores, assim, pela obediência de um só, todos se tornarão justos. (5,19)”
Um duro combate
40:00
aula 41

Um duro combate

O pecado original é um tema bastante complexo e, atualmente, é um dos dogmas da fé que estão sendo atacados, principalmente no Brasil. Algumas correntes teológicas deixaram de acreditar no pecado original. Contudo, o pecado original é uma verdade de fé, assim, não pode ser negada. Mais que isso, o pecado original, segundo Chesterton “constitui a única parte da teologia cristã que pode realmente ser provada”. Basta olhar para dentro de si mesmo para perceber que existe uma espécie de escravidão relacionada com o pecado de Adão, com o próprio pecado de cada um e também relacionada com o Demônio. É isso que será estudado hoje.
Vós não o abandonastes ao poder da morte
36:31
aula 42

Vós não o abandonastes ao poder da morte

Hoje se encerra o Capítulo 7, que trata da Queda, da transgressão de Adão. O que aconteceu após os primeiros pais terem comido do fruto proibido? O Livro do Gênesis, ainda no capítulo 3 diz que após terem pecado, Adão e Eva esconderam-se de Deus, que passeava na brisa da tarde. Deus sabia que tinham desobedecido, por isso mandou que saíssem do paraíso e postou na entrada os querubins, impedindo-lhes a volta. Após deparar-se com o pecado de Adão, Deus não vira as costas a ele, pelo contrário, anuncia “de modo misterioso a vitória sobre o mal e o soerguimento da queda. (410)" Assim, depois da má notícia, percebe-se a primeira Boa Nova. Os teólogos chamam a esse trecho de “proto-evangelho".
Creio em Jesus Cristo, Filho Único de Deus
37:20
aula 43

Creio em Jesus Cristo, Filho Único de Deus

A plenitude dos tempos chegou com o nascimento de Jesus Cristo. Tudo que veio antes, desde a criação do mundo, tinha por finalidade este momento: a vinda de Deus. Isso significa que toda a Revelação ocorrida foi preparação para a vinda de Jesus e tudo o que virá depois brota Dele. O fato de a História ter como divisão o ano O e de ele representar um tempo Antes de Cristo e um tempo Depois de Cristo já demonstra a importância desse acontecimento para o mundo.
O Nome de Jesus
35:53
aula 44

O Nome de Jesus

A identidade de Jesus como o "Redentor" - aquele veio ao mundo para salvar a humanidade dos pecados e das misérias - está imbuída também na pronúncia de Seu nome. A palavra tem poder.
Os títulos de Jesus
35:24
aula 45

Os títulos de Jesus

Dos títulos de Jesus, o de "Filho de Deus" é aquele que ele tem desde a eternidade, pois desde sempre foi ungido pelo Pai. O título Cristo se aplica mais ao Filho encarnado, pois o Espírito Santo que é derramado de forma especial nos reis, profetas e sacerdotes, Nele foi derramado e permaneceu.
Filho único de Deus
33:49
aula 46

Filho único de Deus

Unigênito é diferente de primogênito. No Antigo Testamento o título "Filho de Deus" aparecia para designar o messias que viria, porém, não tinha o sentido ontológico que adquiriu no Novo Testamento, quando se avoluma com a profissão de fé de Pedro que diz: "tu és o Filho de Deus".
Senhor
30:16
aula 47

Senhor

Quando os cristãos começaram a pregar o Evangelho referiam-se a Jesus como "Adonai", ou seja, o mesmo nome atribuído a Deus Pai. Inicialmente o Evangelho foi pregado em aramaico, mas como se sabe, o Cristianismo ultrapassou os limites geográficos e, assim, passou a ser pregado também em grego. Então, como Deus passou a ser nominado?
O Filho de Deus fez-se homem
28:22
aula 48

O Filho de Deus fez-se homem

Por que o Verbo se fez carne? É em busca dessa resposta que a aula de hoje se dirige. O Catecismo apresenta quatro razões para a Encarnação de Cristo: a) para salvar-nos, reconciliando-nos com Deus; b) para que, assim, conhecêssemos o amor de Deus; c) para ser nosso modelo de santidade; d) para tornar-nos participantes da natureza divina.
A Encarnação
28:03
aula 49

A Encarnação

A encarnação do Filho de Deus é um dos dogmas centrais da fé católica. Mas, o que vem a ser? Entende-se por encarnação "a unidade da natureza divina e da natureza humana na pessoa de Cristo". Ou seja, Jesus Cristo, filho de José e de Maria, nascido em Belém, é, ao mesmo tempo, homem e Deus. Como isso acontece?
A heresia nestoriana e a heresia monofisita
31:38
aula 50

A heresia nestoriana e a heresia monofisita

Durante o século IV, as grandes controvérsias eram trinitárias, ou seja, se a fé era na Santíssima Trindade ou se Deus era único, composto de duas criaturas, dignas, mas ainda sim criaturas: O Verbo Eterno e o Divino Espírito Santo. O Credo Niceno-constantinopolitano deixou claro para todos que a fé católica professa desde sempre a fé na Santíssima Trindade, ou seja, que Deus é um só em três pessoas realmente distintas: Pai, Filho e Espírito Santo.
A heresia nestoriana e a heresia monofisita - Parte II
34:22
aula 51

A heresia nestoriana e a heresia monofisita - Parte II

Deus criou o homem para ser partícipe de sua vida bem-aventurada. Apesar disso, o homem não tem o direito de participar dessa vida, pois é uma criatura e, como tal, está muitíssimo distante do Criador. Mesmo antes de Adão pecar o ser humano já estava distante de Deus, porém, por causa da desobediência primeira o abismo entre Deus e o homem se tornou maior ainda. O homem, por si só, não é capaz de transpor esse abismo, mas ele precisa da salvação, pois sua natureza é, de certa forma, indigente.
De que modo é homem o Filho de Deus?
34:06
aula 52

De que modo é homem o Filho de Deus?

Como já foi dito em aulas anteriores, Jesus é uma Pessoa, com duas naturezas, ou seja, é a segunda pessoa da Trindade e possui em si mesmo a natureza divina e a humana. Então, para se saber como age uma pessoa divina é preciso olhar para Jesus Cristo, pois, tanto "… em sua alma como em seu corpo, Cristo exprime humanamente os modos divinos de agir da Trindade." (470)
O verdadeiro corpo de Cristo
32:37
aula 53

O verdadeiro corpo de Cristo

Por volta do ano de 787, a influência muçulmana finalmente atingiu a Igreja Católica. Como se sabe, eles radicalizaram a proibição do Antigo Testamento acerca das imagens, proibindo a reprodução de qualquer ser vivo, tanto que uma das características da arquitetura árabe são os "arabescos", cuja definição pode ser "rabiscos". Por causa disso, iniciou-se a iconoclastia, ou seja, um movimento herético que promovia a quebra dos ícones sagrados.
Concebido pelo poder do Espírito Santo
33:59
aula 54

Concebido pelo poder do Espírito Santo

A aula de hoje introduzirá o capítulo destinado à Mariologia. Falar sobre a Virgem Santíssima e falar do próprio Cristo é uma necessidade, por isso, o Concílio Vaticano II lançou a tendência de inserir a Mariologia dentro da Cristologia, o que se percebe pela ausência de um documento exclusivo sobre Maria neste concílio.
...nascido da Virgem Maria
29:07
aula 55

...nascido da Virgem Maria

Para compreender a posição salvífica, eclesial, espiritual da Virgem Maria é preciso vinculá-la a Cristo. Maria, portanto, pertence muito mais a um capítulo da cristologia do que a um capítulo da eclesiologia.
A Imaculada Conceição
33:06
aula 56

A Imaculada Conceição

A Igreja Católica crê que Maria Santíssima foi preservada do pecado original e suas consequências, como aconteceu realmente não é possível precisar. Porém, Deus é oniponte e tudo pode fazer. Antes de Nossa Senhora, Adão e Eva tabém foram imaculados.
Maternidade Divina de Maria
26:19
aula 57

Maternidade Divina de Maria

Sabendo que em Jesus Cristo existe a pessoa divina e duas naturezas: a humana e a divina, ao se perguntar de quem Maria é mãe obtém-se a seguinte resposta: ela a mãe do próprio Deus, segunda pessoa da Santíssima Trindade. Ela não gerou a divindade de Jesus, mas um homem, cuja natureza é divina. O que foi que Maria deu à luz? A um corpo humano. Quem foi que nasceu? O próprio Deus feito homem.
A virgindade de Maria
26:56
aula 58

A virgindade de Maria

Dando continuidade ao estudo acerca das duas características de Maria: Virgem e Mãe, tem-se que, para os Santos Padres, o fato de Jesus Cristo ter sido concebido do Espírito Santo, isto é, sem semêm, "[é um] sinal de que foi verdadeiramente o Filho de Deus que veio numa humanidade como a nossa" (496).
Os mistérios da vida de Cristo
24:48
aula 59

Os mistérios da vida de Cristo

Iniciando o terceiro parágrafo que fala sobre os mistérios da vida de Cristo, estudaremos os mistérios da vida oculta de Nosso Senhor Jesus Cristo que, de forma geral, causam muita curiosidade, até mesmo pelo fato de os Evangelhos não falarem sobre esse período da vida de Jesus.
Nossa comunhão com os mistérios de Cristo
24:11
aula 60

Nossa comunhão com os mistérios de Cristo

Se o homem encontra seu sentido meditando a vida de Jesus, a vida de Jesus aqui na Terra tem sentido por causa do homem.
O mistério do Natal
28:30
aula 61

O mistério do Natal

O mistério do Natal deve ser saboreado e, para isso, o Catecismo começa esse tópico apresentando dois textos litúrgicos, um da Igreja Oriental e outro da Ocidental. O objetivo dessa apresentação é mostrar justamente que Deus inefável, Criador do universo, fez-se pequeno, um menino na gruta em Belém.
Os mistérios da vida pública de Jesus
25:20
aula 62

Os mistérios da vida pública de Jesus

Jesus é o Cristo desde sempre, mas é possível considerar que Nele existem diferentes e que essas unções são diferentes daquelas derramadas sobre os homens. O Espírito Santo é também derramado sobre o homem, porém, em Jesus Ele permanece. Trata-se do mistério da união hipostática, ou seja, a humanidade de Jesus está unida à pessoa do Filho Eterno que, por sua vez, é eternamente ungido pelo Espírito do Pai.
Jesus Cristo padeceu sob Pôncio Pilatos
26:46
aula 63

Jesus Cristo padeceu sob Pôncio Pilatos

O mistério pascal (Paixão, Morte e Ressurreição) foi muito mais que uma injustiça processual, foi algo que estava nos desígnios de Deus. Os homens pecaram, mas Deus soube utilizar-se desse pecado para salvar estes mesmos homens.
A morte redentora de Cristo no desígnio divino de salvação
26:52
aula 64

A morte redentora de Cristo no desígnio divino de salvação

Trata-se de mais do que um problema teológico, é um grande mistério, porque suscita uma pergunta de difícil resposta: "Jesus Cristo morreu por causa do pecado da humanidade, as pessoas envolvidas no evento agiram livremente. Ao mesmo tempo, as Sagradas Escrituras atestam em diversos momentos que Jesus devia morrer, ou seja, sua morte estava no desígnio de Deus. Como conciliar essas duas realidades?"
Morto pelos nossos pecados segundo as Escrituras
26:23
aula 65

Morto pelos nossos pecados segundo as Escrituras

Jesus morreu segundo as Escrituras, o que isso significa? Em primeiro lugar é preciso recordar que os cristãos não rejeitam o Antigo Testamento, mas que o que está anunciado nele se realizou plenamente na pessoa de Jesus Cristo e que Jesus é a sua verdadeira chave de leitura. É o que claramente se percebe no relato da caminhada de Jesus com os discípulos para Emaús.
Cristo ofereceu-Se a Si mesmo ao Pai pelos nossos pecados
25:08
aula 66

Cristo ofereceu-Se a Si mesmo ao Pai pelos nossos pecados

A vida de Jesus foi uma completa e irrestrita entrega ao Pai. A Teologia reconhece que essa atitude de Jesus é um espelho do que ocorre lá no céu. A entrega do Filho ao Pai no céu já é um ato extraordinário, perfeito, de glória, aqui na terra foi marcado pela presença do pecado. Desta forma, torna-se dramática, um conflito de liberdade. Existe a liberdade humana que precisa amar a Deus, mas como está marcada pelo pecado, resiste, não quer se entregar. E Jesus Cristo assumiu essa condição humana. Não é um filho que se entrega ao pai sem nenhum problema, mas sim na agonia, suando sangue. Ao fazer isso, Jesus redime também a própria vontade humana.
Jesus Cristo foi sepultado
26:42
aula 67

Jesus Cristo foi sepultado

Jesus foi para o sepulcro, mas o seu corpo não conheceu a corrupção. Embora a alma tenha se separado do corpo, a pessoa divina de Jesus não se separou de seu corpo. Ele é uma Pessoa, com duas naturezas (a humana e a divina). Trata-se do mistério da união hipostática.
Ao terceiro dia, ressuscitou dos mortos
24:19
aula 68

Ao terceiro dia, ressuscitou dos mortos

A Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo como um acontecimento histórico e transcendente, comprovada tanto pelo sepulcro vazio quanto pelas suas inúmeras aparições. Um combate à moderna teologia que desmitologiza as ações de Jesus Cristo.
O estado da humanidade ressuscitada de Cristo
24:21
aula 69

O estado da humanidade ressuscitada de Cristo

Continuando a falar sobre a ressurreição de Jesus, o Catecismo traz as considerações sobre o estado da humanidade ressuscitada de Cristo.
Jesus subiu aos céus e está sentado à direita de Deus, Pai Todo-Poderoso
25:02
aula 70

Jesus subiu aos céus e está sentado à direita de Deus, Pai Todo-Poderoso

No mistério da ascensão, a linguagem utilizada por Deus é a linguagem simbólica do Cosmos. "Jesus sobe aos Céus e é encoberto por uma nuvem", trata-se de um problema real, uma vez que o 'Céu' não fica lá em cima, ou seja, o lugar onde Deus habita não é um lugar. Sendo assim, para onde foi Jesus?
De onde há-de vir a julgar os vivos e os mortos
26:04
aula 71

De onde há-de vir a julgar os vivos e os mortos

O Credo contém partes que dizem respeito ao passado, ao presente e ao futuro. Na aula passada, vimos uma parte que se refere ao presente: Jesus está sentado à direita do Pai e, na aula de hoje, iniciaremos a parte do futuro. Trata-se do Artigo 7, que diz "Donde há de vir e julgar os vivos e os mortos".
A vinda gloriosa de Cristo, esperança de Israel
24:09
aula 72

A vinda gloriosa de Cristo, esperança de Israel

"A Igreja não entrará na glória do Reino senão através dessa última Páscoa, em que seguirá o Senhor na sua morte e ressurreição. O Reino não se consumará, pois, por um triunfo histórico da Igreja segundo um progresso ascendente, mas por uma vitória de Deus sobre o último desencadear do mal, que fará descer do céu a sua Esposa. O triunfo de Deus sobre a revolta do mal tomará a forma de Juízo final, após o último abalo cósmico deste mundo passageiro." (677)
Creio no Espírito Santo
23:03
aula 73

Creio no Espírito Santo

O Credo é dividido no Catecismo em três grandes seções: Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo. Das três Pessoas trinitárias, o Espírito Santo talvez seja a de mais difícil compreensão. O Pai também é Espírito e também é Santo. Igualmente o Filho também é Espírito e também é Santo. Sendo assim, qual é a especificidade da terceira Pessoa da Santíssima Trindade?
Ninguém conhece o que há em Deus, senão o Espírito de Deus
24:14
aula 74

Ninguém conhece o que há em Deus, senão o Espírito de Deus

O Artigo 8, do Catecismo começa com uma citação da I Carta de São Paulo aos Coríntios: "O que está em Deus, ninguém o conhece senão o Espírito de Deus". Nessa afirmação está uma verdade inegável: o que o homem pensa somente ele o conhece, somente o Espírito conhece. O Espírito de Verdade, porém, não se revela a si mesmo, não fala de si mesmo, daí a dificuldade em descrevê-lo. O Espírito é aquele que possibilita a grande revelação de Deus e também a vida eterna. ‘Senhor que dá a vida’, como se diz no credo niceno-constantinopolitano.
O Espírito e a Palavra de Deus no tempo das promessas
24:35
aula 75

O Espírito e a Palavra de Deus no tempo das promessas

Na aula passada, foi estudado o Espírito Santo como tal, qual a sua identidade, sua missão junto com o Filho e os vários nomes que Ele recebeu na Tradição e na Revelação divina. A aula de hoje contemplará o Espírito Santo no Antigo Testamento. Ele, da mesma forma que a Trindade, somente foi revelado no Novo Testamento. A Igreja, porém, olha para trás e percebe que já no Antigo Testamento, Deus dava sinais da existência e da ação do Espírito Santo.
O Espírito de Cristo na plenitude do tempo
23:20
aula 76

O Espírito de Cristo na plenitude do tempo

Cristo recebe o título de 'ungido'. Conforme já foi dito, Deus é aquele que unge e o Espírito Santo é a própria unção. É justamente sobre o Espírito Santo enquanto unção que esta aula versará.
O Espírito e a Igreja nos últimos tempos
23:50
aula 77

O Espírito e a Igreja nos últimos tempos

O primeiro fruto do Espírito Santo é o amor. Todo aquele que recebe o Paráclito tem um amor ardente por Deus.
Creio na Santa Igreja Católica
25:56
aula 78

Creio na Santa Igreja Católica

A Igreja, de alguma forma, reflete em si mesma a luz do Cristo. Deste modo, todo ato de fé colocado na Igreja tem por objeto último Deus, mas de modo reflexo, indireto. Crê-se em Deus através da Igreja.
Origem, fundação e missão da Igreja
25:09
aula 79

Origem, fundação e missão da Igreja

"Para prescrutar o mistério da Igreja, convém meditar primeiro sobre sua origem no desígnio da Santíssima Trindade e sobre sua realização progressiva no curso da história."
A Igreja - Povo de Deus
25:24
aula 80

A Igreja - Povo de Deus

Continuando o estudo da terceira parte do Credo, aquela referente ao Espírito Santo, onde se situa a Igreja, iniciaremos hoje o Parágrafo 2, intitulado "A Igreja - Povo de Deus, Corpo de Cristo, Templo do Espírito Santo". São três metáforas para auxiliar no entendimento do que é a Igreja, cada uma ligada à uma Pessoa trinitária.
A Igreja é Una, Santa, Católica e Apostólica
25:39
aula 81

A Igreja é Una, Santa, Católica e Apostólica

"A Igreja é Una, Santa, Católica e Apostólica". Estas palavras são chamadas pela teologia de "notas da Igreja", ou seja, as características que identificam a verdadeira Igreja de Cristo. "Estes quatro atributos, inseparavelmente ligados entre si, indicam traços essenciais da Igreja e de sua missão".
Os fiéis de Cristo - hierarquia, leigos e vida consagrada
26:11
aula 82

Os fiéis de Cristo - hierarquia, leigos e vida consagrada

A Igreja possui hierarquia. Este foi um desejo do próprio Senhor Jesus que, ao escolher em meio ao povo Doze Apóstolos, constituiu o que hoje se denomina clero. Esta aula objetiva explicar a estrutura da Igreja e o que significa realmente o "poder" dentro dela.
Os fiéis leigos
26:43
aula 83

Os fiéis leigos

Após esclarecer sobre a existência de apenas duas categorias de fiéis (ordenados e não-ordenados), Padre Paulo Ricardo continua o estudo sobre a estrutura hierárquica da Igreja, no curso sobre o Catecismo da Igreja Católica.
A comunhão dos Santos
25:57
aula 84

A comunhão dos Santos

Padre Paulo Ricardo, nesta aula, fala sobre o significado profundo da expressão "comunhão dos santos", da relacionalidade existente entre os que estão na Igreja padecente, militante e triunfante e de como todos formam a única família de Deus.
Maria, Mãe de Cristo, Mãe da Igreja
26:24
aula 85

Maria, Mãe de Cristo, Mãe da Igreja

Dizer que Maria é a mãe da Igreja significa que ela gerou o Corpo de Cristo. Assim, todos aqueles que, de alguma maneira, foram inseridos no Corpo de Cristo, foram gerados por Ela, até mesmo os protestantes, cujos batismos tenham sido válidos, foram incorporados à Igreja de Cristo por meio Dela. Mesmo que não aceitem isso, mesmo que protestem.
Creio na remissão dos pecados
25:57
aula 86

Creio na remissão dos pecados

Qual a diferença entre "desculpa" e "perdão"? A primeira é devida por uma questão de justiça e só acontece no mundo material. Já o segundo existe somente no mundo espiritual. Não existe perdão no mundo material. E é por isso que o homem atual não o compreende. Saiba mais sobre o tema na 86ª aula do curso de Catecismo.
Creio na ressurreição da carne
25:27
aula 87

Creio na ressurreição da carne

Esta aula contemplará o início do Artigo nº 11, da "profissão de fé cristã", denominado "Creio na Ressurreição da Carne". A ressurreição foi plenamente revelada quando Jesus Cristo ressuscitou, contudo, ela não se restringe a Ele, mas abarca a todos os homens. Saiba o que diz a doutrina da Igreja sobre o tema nesta aula.
Morrer em Cristo Jesus
27:54
aula 88

Morrer em Cristo Jesus

A crença na vida eterna ou mesmo a certeza de que algo existe após a morte física caracteriza o ser humano de todas as culturas de todos os tempos. O modo de sepultar os mortos é um dos diferenciais buscados por arqueólogos em novos sítios. O homem é o único animal que pensa na morte, tem medo e não a deseja. Por quê?
Creio na vida eterna
27:10
aula 89

Creio na vida eterna

Ao morrer, cada um terá o seu Juízo Particular diante de Deus. E três destinos serão possíveis: o Céu, o Purgatório ou o Inferno. Saiba o que a Igreja Católica ensina sobre o destino final do homem.
O Juízo Final
26:11
aula 90

O Juízo Final

Encerrando a primeira parte do Catecismo da Igreja Católica, Padre Paulo Ricardo fala sobre o Juízo Final. Utilizando as belíssimas imagens do poema "Dies irae", explica como tudo que foi feito escondido será escancarado pelos telhados e julgado no Último Dia.
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18 Mai 2026
Muito didático, bem explicado. Uma metodologia muito boa e bem embasada. Uma benção em nossas vidas
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24 Abr 2026
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22 Abr 2026

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Eliseu Aparecido Martins
08 Mar 2026

Excelente!

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06 Fev 2024

Aprendo muito e amo cada vez mais a Igreja de nosso Senhor Jesus Cristo!

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